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	<title>Universidade Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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	<title>Universidade Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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		<title>Universidade do Mar se torna realidade no Rio de Janeiro</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/universidade-do-mar-se-torna-realidade-no-rio-de-janeiro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Apr 2026 18:39:30 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Movimento Baía Viva, o Núcleo Interdisciplinar para o Desenvolvimento Social da Universidade Federal do Rio de Janeiro (Nides/UFRJ) e a Petrobras apresentarão, na próxima sexta-feira (17), as ações do novo Centro de Formação em Economia do Mar Baía de Guanabara, com sede no Hangar Náutico da UFRJ, na Ilha do Fundão.  O novo centro [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Movimento Baía Viva, o Núcleo Interdisciplinar para o Desenvolvimento Social da Universidade Federal do Rio de Janeiro (Nides/UFRJ) e a Petrobras apresentarão, na próxima sexta-feira (17), as ações do novo Centro de Formação em Economia do Mar Baía de Guanabara, com sede no Hangar Náutico da UFRJ, na Ilha do Fundão. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Universidade-do-Mar-se-torna-realidade-no-Rio-de-Janeiro.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>O novo centro de formação capacitará moradores dos arredores da Baía de Guanabara e das cidades de Itaboraí, Magé, Maricá, São Gonçalo, Cachoeiras de Macacu, Duque de Caxias e Guapimirim.</p>
<p>Projeto dos fundadores do Movimento Baía Viva, desde sua criação, em 1984, o centro de formação representa a transformação em realidade do sonho de o país ter uma Universidade do Mar. </p>
<p>O Centro de Formação em Economia do Mar funcionará como um espaço público destinado à capacitação prioritária de pessoas oriundas de grupos sociais em situação de vulnerabilidades socioeconômicas e socioambientais e de comunidades tradicionais, como pescadores, povos indígenas e quilombos, nas áreas da Economia Solidária, Economia do Mar e Sustentabilidade.</p>
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<p>O ecologista Sérgio Ricardo Lima, co-fundador do Movimento Baía Viva, e coordenador do centro de formação, lembra que o movimento pela Universidade do Mar ganhou força a partir de 2018, ao iniciar uma coalizão. </p>
<p>“Nós conseguimos 104 cartas de apoio institucional de todas as reitorias do Rio de Janeiro”, disse à Agência Brasil.</p>
<p>Os apoios vieram da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Universidade Federal Fluminense (UFF), Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ), Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), que é uma instituição científica, e de  dezenas de pesquisadores de vários grupos multidisciplinares de saúde, geologia, antropologia, ciências ambientais, biologia, associações de pescadores, colônias de pesca.</p>
<p>Com a retomada do edital socioambiental da Petrobras, o Movimento Baía Viva foi selecionado na linha de desenvolvimento econômico sustentável. </p>
<h2>Hangar</h2>
<p>O projeto de instalação do Centro de Formação em Economia do Mar Baía de Guanabara prevê obras no Hangar Náutico da UFRJ durante este primeiro semestre e a oferta gratuita de cursos e oficinas de extensão e formação nas áreas de inovação social e tecnológica até 2028.</p>
<p>“O hangar terá alojamento para 30 pessoas oriundas de outros municípios ou estados que venham estudar aqui e ficarão ali alojadas. Lá tem refeitório, cozinha, três salas grandes, onde cabem 40 alunos cada”, disse Ricardo Lima. </p>
<p>Ele informou que daqui a quatro, cinco meses, o hangar ter capacidade para receber 120 alunos por turno. </p>
<p>Até 2028, serão dados dez cursos e oficinas de capacitação. </p>
<p>Os cursos terão certificado da UFRJ e serão válidos em todo o país.</p>
<p>Entre os cursos e oficinas previstos nos próximos três anos destaque para o de Aprendiz da Carpintaria Naval Artesanal, ministrado por professores-pesquisadores da UFRJ e por artesãos mestres na arte de carpintaria e marcenaria naval, destinados às comunidades pesqueiras da Baía de Guanabara. </p>
<p>O objetivo é promover a formação de pescadores e pescadoras artesanais para que possam reaprender a construir e reformar embarcações de pesca, ofício tradicional na pesca artesanal que atualmente é de conhecimento de apenas poucos mestres carpinteiros.</p>
<h2>Mapeamento</h2>
<p>O coordenador do Centro de Formação em Economia do Mar explicou que professores e pesquisadores das instituições parceiras farão um diagnóstico dos sete municípios que serão atendidos pelo projeto, com a característica de que o mapeamento preliminar será efetuado por bolsistas de diversas áreas que serão contratados. </p>
<p>“É o que se chama de diagnóstico participativo. Nós vamos mapear as políticas públicas no campo da economia do mar, economia solidária, bioeconomia, tudo que já é executado pelo governo federal, pelo estado, nesses sete municípios da baía. Serão mapeadas também as iniciativas e projetos feitos pela sociedade civil”. </p>
<p>Nos projetos estão o observatório do Canal do Cunha, vinculado à Fiocruz, e o observatório que funciona em São Gonçalo, vinculado à Geografia da UFF.</p>
<p>A estruturação do Centro de Formação em Economia do Mar e a realização das formações objetiva têm como objetivo especial fortalecer iniciativas que contribuam para melhorar as condições de vida e a renda familiar das comunidades desses sete municípios da Região Metropolitana do Rio de Janeiro e fomentar a criação de um Arranjo Produtivo Local Sustentável (APLS) na Bacia Hidrográfica da Baía de Guanabara. </p>
<p>“Nossa ideia é mostrar que é possível, com apoio das políticas públicas e trabalhando com a academia, com as organizações da sociedade civil, ter estratégias para aumento de renda”, disse. </p>
<p>Estão previstas ainda oficinas de Agroecologia e Sistemas Agroalimentares (Meliponicultura, Viveiristas, Quintais Produtivos) para fortalecer a segurança alimentar e geração de renda junto às comunidades tradicionais e agricultores familiares de base agroecológica; Turismo de Base Comunitária (TBC) voltado para pescadores/as, artesãos e empreendedores do entorno da Área de Proteção Ambiental (APA) Federal de Guapimirim e da Estação Ecológica da Guanabara (ESEC Guanabara); Empreendedorismo Solidário Sustentável (Economia Solidária); Extensão Pesqueira e Inclusão Socioprodutiva (Boas Práticas e Beneficiamento Artesanal do Pescado); Tecnologias Sociais para Mulheres Pescadoras; Ensino Profissional Marítimo (EPM) ministrado por instrutores da Capitania dos Portos (Marinha do Brasil); Mecânica de Motor de Barco e de Operador de Drones. </p>
<p>Informações sobre os cursos e oficinas estão no site CFEcoMarBG e em sua rede social.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2026-04/universidade-do-mar-se-torna-realidade-no-rio-de-janeiro" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Mulher trans chega à universidade 25 anos após violência na escola</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/mulher-trans-chega-a-universidade-25-anos-apos-violencia-na-escola/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 22 Mar 2026 14:41:06 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Os caminhos da educação formal são diferentes para cada pessoa e, para algumas, frequentar a sala de aula é um privilégio. É o caso de Sabriiny Fogaça Lopes, de 41 anos, uma mulher trans que foi aprovada na Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ) 25 anos depois de ser obrigada a deixar os [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os caminhos da educação formal são diferentes para cada pessoa e, para algumas, frequentar a sala de aula é um privilégio. É o caso de Sabriiny Fogaça Lopes, de 41 anos, uma mulher trans que foi aprovada na Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ) 25 anos depois de ser obrigada a deixar os estudos. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Mulher-trans-chega-a-universidade-25-anos-apos-violencia-na.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Ela deixou a escola aos 15 anos de idade, por conta de discriminações e repressões severas que sofria de outros alunos. Em certos momentos, chegou a vivenciar agressões físicas. </p>
<p>“Eu gostava de frequentar a escola. Eu via a escola como algo tão importante, porque eu gostava de ler, eu gostava de participar de todos os projetos. Eu deixei de estudar porque eu sofria muito na escola. Naquela época, eu não sabia o que era transfobia, o que era bullying. Para mim, era uma brincadeira normal”, contou.</p>
<p>Durante os 25 anos que ficou afastada da escola, Sabriiny encontrou dificuldades no mercado de trabalho, chegou a atuar um pouco como cabeleireira, mas confessa que se sentia incompleta. </p>
<p>Foi motivada por amigos e pelo desejo de mudar a própria história, que ela deu uma nova chance aos estudos por meio da Educação de Jovens e Adultos (EJA). </p>
<p> </p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Mulher-trans-chega-a-universidade-25-anos-apos-abandonar-a.jpeg?w=740&#038;ssl=1" alt="Rio de janeiro (RJ), 19/03/2026 - FOTO DE ARQUIVO - Mulher trans chega a universidade 25 anos após abandonar a escola. Sabriiny Fogaça foi aprovada pelo Enem para UFRRJ. Foto: Sabriiny Fogaça/Arquivo Pessoal" title="Sabriiny Fogaça/Arquivo Pessoal"/></p>
<p><h6 class="meta">Sabriiny Fogaça (C) foi aprovada pelo Enem para UFRRJ &#8211; Foto: Sabriiny Fogaça/Arquivo pessoal</h6>
</p>
<h2>Volta às aulas</h2>
<p>Com alunos de idades diferentes e histórias de vida diversas, Sabriiny Fogaça se sentiu acolhida pelo ambiente do Colégio Estadual Barão de Tefé, em Seropédica, região metropolitana do Rio de Janeiro. Uma história diferente da que passou na juventude.</p>
<p>“Meu receio era de passar tudo o que eu passei na minha infância, entendeu? Quando eu botei o pé na porta da escola, eu fiquei com aquele receio, pensei, poxa, será que vão me aceitar? Será que vão me entender do jeito que eu sou?”. </p>
<p>Como resultado, ela se viu engajada com a escola e chegou a participar de projetos em sala de aula. Um deles o Alunos Autores, em parceria com a Secretaria de Estado de Educação do Rio de Janeiro (Seeduc RJ), em que alunos da rede pública de ensino publicaram uma coletânea de contos. </p>
<p>Sabriiny prestou o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) duas vezes, e foi aprovada em ambas. A primeira para Licenciatura em Educação do Campo, e a outra, em 2026, para Licenciatura em Educação Especial, seu curso de escolha.</p>
<p>“Eu sempre tive um olhar sensível para as diferenças, acredito muito que eu quero contribuir a todas as pessoas, que todas as pessoas tenham acesso à educação, porque a educação faz parte da vida de todo mundo. As minhas expectativas são aprender bastante e me tornar uma profissional que realmente faça a diferença”, diz. </p>
<p>Ela foi eleita Diretora de Diversidade do Diretório Acadêmico do curso de Educação Especial, e está confiante que essa será a sua primeira, mas não a única, graduação. </p>
<p>Sabriiny pretende voltar à universidade para realizar o sonho de cursar Serviço Social e construir uma carreira na educação especial. </p>
<p>“Eu quero mostrar que nunca é tarde pra começar. Eu sei que vai ser difícil, uma mulher trans arrumar um emprego em uma escola. Vão ter barreiras para enfrentar, para dar aula, ensinar as pessoas, porque tem aquele olhar de preconceito. Mas eu vou continuar prosseguindo”, ressalta. </p>
<h2>EJA</h2>
<p>Atualmente, há cerca de 2,4 milhões de estudantes na EJA, de acordo com dados do Censo Escolar 2024. Desses, 2,2 milhões estão na rede pública em todo o país. </p>
<p>Os estudantes da EJA são minoria na educação básica &#8211; ensino infantil ao ensino médio &#8211; com um total de 47 milhões de estudantes em todo o país.  </p>
<p>A porcentagem de estudantes nessa modalidade que acessa o ensino superior no ano seguinte ao que conclui o ensino médio, é menor do que na modalidade regular. Enquanto no ensino regular a aprovação no ensino superior logo que terminam os estudos é de 30%, na EJA, esse percentual cai para 9%. </p>
<p>Os dados são do Censo do Censo da Educação Superior 2023. </p>
<p>A EJA é uma modalidade da educação básica destinada a jovens, adultos e idosos que não tiveram acesso e/ou não concluíram os estudos. Na EJA é possível cursar o ensino fundamental e o médio. </p>
<p> </p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/1774189802_12_Mulher-trans-chega-a-universidade-25-anos-apos-abandonar-a.jpeg?w=740&#038;ssl=1" alt="Rio de janeiro (RJ), 19/03/2026 - FOTO DE ARQUIVO - Mulher trans chega a universidade 25 anos após abandonar a escola. Sabriiny Fogaça foi aprovada pelo Enem para UFRRJ. Foto: Sabriiny Fogaça/Arquivo Pessoal" title="Sabriiny Fogaça/Arquivo Pessoal"/></p>
<p><h6 class="meta">Atualmente, 38 universidades públicas no Brasil, entre estaduais e federais, oferecem cotas para pessoas trans &#8211; Foto: Sabriiny Fogaça/Arquivo pessoal<br type="_moz"/><br />
</h6>
</p>
<h2>Ensino Superior</h2>
<p>Segundo dados da Associação Nacional de Travestis e Transsexuais (Antra), de 2024, apenas 0,3% da população trans e travesti consegue acessar o ensino superior. E mais de 70% não completaram o ensino médio. </p>
<p>De acordo com a entidade, a exclusão nesses espaços se deve à transfobia institucional e social, com baixíssimos índices de escolarização e formação profissional.</p>
<p>Algumas medidas têm sido tomadas nos últimos anos para garantir a permanência desses grupos na educação superior. </p>
<p>Atualmente, 38 universidades públicas no Brasil, entre estaduais e federais, oferecem cotas para pessoas trans, sendo 13 no Sudeste; quatro no Sul; 13 no Nordeste; três no Centro-Oeste e cinco no Norte. </p>
<p>Para além da garantia de entrada, a Antra reforça que é preciso pensar em políticas de permanência para que os estudantes possam concluir seus estudos, como comissões de acompanhamento, assistências específicas e espaços de segurança e acolhimento. </p>
<p><em>* Estagiária sob supervisão da jornalista Mariana Tokarnia</em> </p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2026-03/mulher-trans-chega-universidade-25-anos-apos-viol%C3%AAncia-na-escola" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/mulher-trans-chega-a-universidade-25-anos-apos-violencia-na-escola/">Mulher trans chega à universidade 25 anos após violência na escola</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
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		<title>Mulher trans chega à universidade 25 anos após abandonar a escola</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/mulher-trans-chega-a-universidade-25-anos-apos-abandonar-a-escola/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 22 Mar 2026 14:30:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Os caminhos da educação formal são diferentes para cada pessoa e, para algumas, frequentar a sala de aula é um privilégio. É o caso de Sabriiny Fogaça Lopes, de 41 anos, uma mulher trans que foi aprovada na Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ) 25 anos depois de abandonar os estudos.  Ela deixou [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/mulher-trans-chega-a-universidade-25-anos-apos-abandonar-a-escola/">Mulher trans chega à universidade 25 anos após abandonar a escola</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os caminhos da educação formal são diferentes para cada pessoa e, para algumas, frequentar a sala de aula é um privilégio. É o caso de Sabriiny Fogaça Lopes, de 41 anos, uma mulher trans que foi aprovada na Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ) 25 anos depois de abandonar os estudos. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Mulher-trans-chega-a-universidade-25-anos-apos-abandonar-a.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Ela deixou a escola aos 15 anos de idade, por conta de discriminações e repressões severas que sofria de outros alunos. Em certos momentos, chegou a vivenciar agressões físicas. </p>
<p>“Eu gostava de frequentar a escola. Eu via a escola como algo tão importante, porque eu gostava de ler, eu gostava de participar de todos os projetos. Eu deixei de estudar porque eu sofria muito na escola. Naquela época, eu não sabia o que era transfobia, o que era bullying. Para mim, era uma brincadeira normal”, contou.</p>
<p>Durante os 25 anos que ficou afastada da escola, Sabriiny encontrou dificuldades no mercado de trabalho, chegou a atuar um pouco como cabeleireira, mas confessa que se sentia incompleta. </p>
<p>Foi motivada por amigos e pelo desejo de mudar a própria história, que ela deu uma nova chance aos estudos por meio da Educação de Jovens e Adultos (EJA). </p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Mulher-trans-chega-a-universidade-25-anos-apos-abandonar-a.jpeg?w=740&#038;ssl=1" alt="Rio de janeiro (RJ), 19/03/2026 - FOTO DE ARQUIVO - Mulher trans chega a universidade 25 anos após abandonar a escola. Sabriiny Fogaça foi aprovada pelo Enem para UFRRJ. Foto: Sabriiny Fogaça/Arquivo Pessoal" title="Sabriiny Fogaça/Arquivo Pessoal"/></p>
<p><h6 class="meta">Sabriiny Fogaça (C) foi aprovada pelo Enem para UFRRJ &#8211; Foto: Sabriiny Fogaça/Arquivo pessoal</h6>
</p>
<h2>Volta às aulas</h2>
<p>Com alunos de idades diferentes e histórias de vida diversas, Sabriiny Fogaça se sentiu acolhida pelo ambiente do Colégio Estadual Barão de Tefé, em Seropédica, região metropolitana do Rio de Janeiro. Uma história diferente da que passou na juventude.</p>
<p>“Meu receio era de passar tudo o que eu passei na minha infância, entendeu? Quando eu botei o pé na porta da escola, eu fiquei com aquele receio, pensei, poxa, será que vão me aceitar? Será que vão me entender do jeito que eu sou?”. </p>
<p>Como resultado, ela se viu engajada com a escola e chegou a participar de projetos em sala de aula. Um deles o Alunos Autores, em parceria com a Secretaria de Estado de Educação do Rio de Janeiro (Seeduc RJ), em que alunos da rede pública de ensino publicaram uma coletânea de contos. </p>
<p>Sabriiny prestou o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) duas vezes, e foi aprovada em ambas. A primeira para Licenciatura em Educação do Campo, e a outra, em 2026, para Licenciatura em Educação Especial, seu curso de escolha.</p>
<p>“Eu sempre tive um olhar sensível para as diferenças, acredito muito que eu quero contribuir a todas as pessoas, que todas as pessoas tenham acesso à educação, porque a educação faz parte da vida de todo mundo. As minhas expectativas são aprender bastante e me tornar uma profissional que realmente faça a diferença”, diz. </p>
<p>Ela foi eleita Diretora de Diversidade do Diretório Acadêmico do curso de Educação Especial, e está confiante que essa será a sua primeira, mas não a única, graduação. </p>
<p>Sabriiny pretende voltar à universidade para realizar o sonho de cursar Serviço Social e construir uma carreira na educação especial. </p>
<p>“Eu quero mostrar que nunca é tarde pra começar. Eu sei que vai ser difícil, uma mulher trans arrumar um emprego em uma escola. Vão ter barreiras para enfrentar, para dar aula, ensinar as pessoas, porque tem aquele olhar de preconceito. Mas eu vou continuar prosseguindo”, ressalta. </p>
<h2>EJA</h2>
<p>Atualmente, há cerca de 2,4 milhões de estudantes na EJA, de acordo com dados do Censo Escolar 2024. Desses, 2,2 milhões estão na rede pública em todo o país. </p>
<p>Os estudantes da EJA são minoria na educação básica &#8211; ensino infantil ao ensino médio &#8211; com um total de 47 milhões de estudantes em todo o país.  </p>
<p>A porcentagem de estudantes nessa modalidade que acessa o ensino superior no ano seguinte ao que conclui o ensino médio, é menor do que na modalidade regular. Enquanto no ensino regular a aprovação no ensino superior logo que terminam os estudos é de 30%, na EJA, esse percentual cai para 9%. </p>
<p>Os dados são do Censo do Censo da Educação Superior 2023. </p>
<p>A EJA é uma modalidade da educação básica destinada a jovens, adultos e idosos que não tiveram acesso e/ou não concluíram os estudos. Na EJA é possível cursar o ensino fundamental e o médio. </p>
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<p><h6 class="meta">Atualmente, 38 universidades públicas no Brasil, entre estaduais e federais, oferecem cotas para pessoas trans &#8211; Foto: Sabriiny Fogaça/Arquivo pessoal</h6>
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<h2>Ensino Superior</h2>
<p>Segundo dados da Associação Nacional de Travestis e Transsexuais (Antra), de 2024, apenas 0,3% da população trans e travesti consegue acessar o ensino superior. E mais de 70% não completaram o ensino médio. </p>
<p>De acordo com a entidade, a exclusão nesses espaços se deve à transfobia institucional e social, com baixíssimos índices de escolarização e formação profissional.</p>
<p>Algumas medidas têm sido tomadas nos últimos anos para garantir a permanência desses grupos na educação superior. </p>
<p>Atualmente, 38 universidades públicas no Brasil, entre estaduais e federais, oferecem cotas para pessoas trans, sendo 13 no Sudeste; quatro no Sul; 13 no Nordeste; três no Centro-Oeste e cinco no Norte. </p>
<p>Para além da garantia de entrada, a Antra reforça que é preciso pensar em políticas de permanência para que os estudantes possam concluir seus estudos, como comissões de acompanhamento, assistências específicas e espaços de segurança e acolhimento. </p>
<p><em>* Estagiária sob supervisão da jornalista Mariana Tokarnia</em> </p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2026-03/mulher-trans-chega-universidade-25-anos-apos-abandonar-escola" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Mujica receberá título Doutor Honoris Causa da Universidade do ABC</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/politica/mujica-recebera-titulo-doutor-honoris-causa-da-universidade-do-abc/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Mar 2026 10:18:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O ex-presidente do Uruguai e ícone da da esquerda latino-americana José Pepe Mujica, que morreu no ano passado aos 89 anos, receberá o título de Doutor Honoris Causa pela Universidade Federal do ABC (UFABC). A cerimônia está marcada para esta quinta-feira (19), no Centro de Formação e Educação Permanente (Cenforpe), em São Bernardo do Campo (SP). Lucía Topolansky, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O ex-presidente do Uruguai e ícone da da esquerda latino-americana José Pepe Mujica, que morreu no ano passado aos 89 anos, receberá o título de Doutor Honoris Causa pela Universidade Federal do ABC (UFABC).<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Mujica-recebera-titulo-Doutor-Honoris-Causa-da-Universidade-do-ABC.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>A cerimônia está marcada para esta quinta-feira (19), no Centro de Formação e Educação Permanente (Cenforpe), em São Bernardo do Campo (SP).</p>
<p>Lucía Topolansky, ex-vice-presidenta do Uruguai e companheira de vida e trajetória política de Mujica, e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva participam do evento.</p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Mujica-recebera-titulo-Doutor-Honoris-Causa-da-Universidade-do-ABC.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Montevidéu, 05/12/2024 - Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva concedeu a Ordem Nacional do Cruzeiro do Sul ao ex-presidente do Uruguai, Pepe Mujica. Foto: Ricardo Stuckert/PR" title="Ricardo Stuckert/PR"/></p>
<p>Lula e Mujica durante encontro em 2024, no Uruguai &#8211; Ricardo Stuckert/PR</p>
<p>A concessão da honraria foi aprovada pelo Conselho Universitário em junho de 2024, um ano antes da morte de Mujica.</p>
<p>A proposta foi encaminhada pela Associação dos Docentes da UFABC (ADUFABC) e pelo Sindicato dos Trabalhadores das Universidades Federais do ABC (SinTUFABC), com ratificação da reitoria.</p>
<h2>Reconhecimento</h2>
<p>A homenagem, agora póstuma, reconhece a trajetória de Mujica como liderança contemporânea associada à promoção de valores como democracia, diversidade, educação, consciência ética e integração regional.</p>
<p>O título é a mais alta distinção acadêmica concedida por universidades a pessoas que se destacaram nas artes, ciências, educação, política, cultura ou causas humanitárias, contribuindo para o progresso social.<br /> </p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2026-03/mujica-recebera-titulo-doutor-honoris-causa-da-universidade-do-abc" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Câmara aprova projeto que cria a Universidade Federal do Esporte</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/politica/camara-aprova-projeto-que-cria-a-universidade-federal-do-esporte/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Feb 2026 00:57:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[aprova]]></category>
		<category><![CDATA[Câmara]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira (10) o projeto de lei que cria a Universidade Federal do Esporte (UFEsporte), com sede em Brasília, para atuar na área do conhecimento relativa à ciência do esporte. A proposta será enviada ao Senado. O Projeto de Lei 6133/25 foi uma iniciativa do governo federal, apresentada no fim [&#8230;]</p>
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<p><strong>A Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira (10) o projeto de lei que cria a Universidade Federal do Esporte (UFEsporte)</strong>, com sede em Brasília, para atuar na área do conhecimento relativa à ciência do esporte. <strong>A proposta será enviada ao Senado.</strong><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Camara-aprova-projeto-que-cria-a-Universidade-Federal-do-Esporte.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>O Projeto de Lei 6133/25 foi uma iniciativa do governo federal, apresentada no fim do ano passado. Na mesma época, o governo também anunciou a criação da Universidade Federal Indígena (Unind), cujo projeto segue em tramitação.</p>
<p>O texto aprovado em plenário é um substitutivo do relator, deputado Julio Cesar Ribeiro (Republicanos-DF). Ele retirou do texto expressões como misoginia, racismo e gênero no trecho sobre as finalidades da nova universidade ligadas ao enfrentamento dessas questões no esporte.</p>
<p><strong>Pela proposta, fica permitida a abertura futura de campi em outros estados</strong>.</p>
<p>O estatuto da nova autarquia definirá sua estrutura organizacional e forma de funcionamento, observado o princípio de não separação das atividades de ensino, pesquisa e extensão. A instituição poderá utilizar formas alternativas de ingresso, estratégias de atendimento e fomento, respeitadas as normas de inclusão e de cotas.</p>
<blockquote>
<p>&#8220;A criação da UFEsporte se justifica pelo fato de o Brasil carecer de profissionais qualificados nas áreas de gestão, ciência do esporte e políticas públicas, situação que contrasta com a reconhecida capacidade do país em descobrir grandes talentos esportivos&#8221;, destacou o relator, ao ler seu voto em plenário.</p>
</blockquote>
<p>Além de outros bens, legados e direitos doados, a UFEsporte contará com bens móveis e imóveis da União que o projeto permite doar para a instituição começar a funcionar administrativamente. A autarquia contará ainda com receitas eventuais, a título de remuneração por serviços prestados compatíveis com sua finalidade; e de convênios, acordos e contratos celebrados com entidades e organismos nacionais e internacionais.</p>
<p><strong>Parte da receita de apostas em bets também poderá ser direcionada pelo Ministério do Esporte.</strong></p>
<p>Segundo o que prevê o projeto, caberá ao governo federal nomear o reitor e o vice-reitor com mandato temporário até que a universidade seja organizada na forma de seu estatuto. Caberá ao reitor temporário estabelecer as condições para a escolha do reitor de acordo com a legislação.</p>
<p>Dentro de 180 dias da nomeação do reitor e vice-reitor temporários, a instituição enviará ao Ministério da Educação propostas de estatuto e regimento geral.</p>
<p>&#8220;A oferta pública e gratuita de cursos de tecnólogos, graduação e pós-graduação, com abrangência em todas as regiões do país, enfocando a qualidade da formação de novos profissionais e assegurando condições de acesso e permanência a atletas estudantes, parece-nos bastante positiva e tende a suprir uma carência histórica dos profissionais do setor&#8221;, continuou o deputado Julio César Ribeiro, em seu voto.</p>
<h2>Concurso público</h2>
<p>Após autorização de lei orçamentária, <strong>a instituição poderá organizar concurso público de provas e de títulos para o ingresso na carreira de professor do magistério superior e na carreira de técnico-administrativo.</strong></p>
<p>Para o líder do governo, deputado José Guimarães (PT-CE), a criação da universidade é muito mais uma demanda da sociedade do que iniciativa do governo.</p>
<p>&#8220;Isso vem sendo discutido há muito tempo. Todos os esportistas brasileiros pedem que essa universidade exista, inclusive como formadora de atletas e de diretrizes para o esporte brasileiro nas suas variadas modalidades&#8221;, disse.</p>
<p>Contrário à proposta, o deputado Alberto Fraga (PL-DF), vice-líder da oposição, afirmou que o projeto é &#8220;eleitoreiro e populista&#8221;.</p>
<p>&#8220;O governo anuncia a criação sem colocar um centavo no Orçamento. É marketing puro, é uma promessa vazia que gera manchete hoje e será esquecida amanhã&#8221;, disse.</p>
<p>A deputada Julia Zanatta (PL-SC) criticou o fato de o governo criar universidades sem conseguir manter as instituições de ensino já existentes.</p>
<p><em>*Com informações da Agência Câmara de Notícias. </em></p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2026-02/camara-aprova-projeto-que-cria-universidade-federal-do-esporte" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Programa Bolsa Universidade oferece mais de 40 mil vagas</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/programa-bolsa-universidade-oferece-mais-de-40-mil-vagas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Sep 2025 17:56:55 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Foi divulgado o edital do Programa Bolsa Universidade (PBU) para o ano de 2026, que disponibiliza 40.388 vagas para cursos superiores em instituições privadas de Manaus no primeiro semestre do próximo ano. As bolsas oferecidas variam entre 50%, 75% e 100% do valor das mensalidades, além de vagas voluntárias sem compensação tributária. Entre as vagas, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Foi divulgado o edital do Programa Bolsa Universidade (PBU) para o ano de 2026, que disponibiliza 40.388 vagas para cursos superiores em instituições privadas de Manaus no primeiro semestre do próximo ano.</p>
<p>As bolsas oferecidas variam entre 50%, 75% e 100% do valor das mensalidades, além de vagas voluntárias sem compensação tributária. Entre as vagas, 40.388 são para ampla concorrência, 2.286 para Pessoas com Deficiência (PcDs) e 1.053 destinadas a pessoas com mais de 60 anos.</p>
<p>O programa de bolsa universidade contempla 73 cursos nas modalidades bacharelado, licenciatura e tecnólogo, distribuídos em 24 unidades de 15 instituições privadas na cidade.</p>
<p>As inscrições para o PBU começam às 10h do dia 22 de setembro e seguem até as 13h do dia 2 de outubro. O edital completo está disponível no <a href="https://www.diariomunicipal.com.br/aam/" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Diário Oficial do Município.</a></p>
<p>Para participar, os candidatos devem ser brasileiros residentes em Manaus, possuir renda familiar per capita de até 1,5 salário mínimo, ter concluído o ensino médio, não possuir diploma de ensino superior, não ser beneficiário de outros programas de graduação e não estar matriculado em instituição pública.</p>
<p>O processo seletivo seguirá os critérios estabelecidos no edital publicado.</p>
<p><strong>LEIA MAIS:</strong></p>
<ul>
<li><a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/cotidiano/prazo-aberto-para-estudantes-concorrerem-a-bolsas-de-ate-r1-mil/">Prazo aberto para estudantes concorrerem a bolsas de até R$1 mil</a></li>
</ul>
<p><!-- CONTENT END 1 --></p>
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