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	<title>urinária Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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		<title>Pielonefrite: infecção urinária pode comprometer os rins</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/pielonefrite-infeccao-urinaria-pode-comprometer-os-rins/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 May 2026 23:03:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A pielonefrite é uma infecção urinária grave que atinge os rins e pode provocar complicações sérias quando não recebe tratamento adequado. Embora muitos casos de infecção urinária afetem apenas a bexiga, a doença pode evoluir e comprometer o funcionamento renal. Por isso, especialistas alertam para a importância do diagnóstico precoce. Segundo o nefrologista Victor Jordão, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A pielonefrite é uma infecção urinária grave que atinge os rins e pode provocar complicações sérias quando não recebe tratamento adequado. Embora muitos casos de infecção urinária afetem apenas a bexiga, a doença pode evoluir e comprometer o funcionamento renal. Por isso, especialistas alertam para a importância do diagnóstico precoce.</p>
<p>Segundo o nefrologista Victor Jordão, da Hapvida, a pielonefrite costuma surgir quando bactérias presentes nas vias urinárias conseguem alcançar os rins.</p>
<p>“A pielonefrite é uma inflamação dos rins provocada, na maioria dos casos, por bactérias que saem das vias urinárias mais baixas, como a bexiga, e ascendem até os rins”, explica o especialista.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Diferença entre cistite e pielonefrite</h2>
<p>Enquanto a cistite permanece restrita à bexiga e provoca sintomas locais, a pielonefrite apresenta sinais mais intensos e sistêmicos. Além disso, a infecção renal pode evoluir rapidamente e exigir internação hospitalar.</p>
<p>Na maioria dos casos, pacientes com cistite sentem dor ao urinar, ardência e desconforto abdominal. Já a pielonefrite costuma causar febre alta, dor lombar intensa, mal-estar e queda do estado geral.</p>
<p>Segundo o médico, reconhecer os sintomas logo no início ajuda a evitar complicações mais graves. Dessa forma, o tratamento pode começar rapidamente.</p>
<h2 class="wp-block-heading">O que favorece a infecção nos rins</h2>
<p>A infecção geralmente começa com bactérias do intestino que alcançam a região genital e sobem pelo trato urinário até chegar à bexiga e, posteriormente, aos rins.</p>
<p>Além disso, alguns hábitos aumentam o risco desse avanço. Entre eles estão:</p>
<li>baixa ingestão de água;</li>
<li>segurar a urina por longos períodos;</li>
<li>uso frequente de duchas íntimas;</li>
<li>relações sexuais sem cuidados preventivos.</li>
<p>Segundo o especialista, beber pouca água reduz a frequência urinária e facilita a multiplicação das bactérias. Da mesma forma, segurar o xixi por muito tempo favorece a permanência dos microrganismos no trato urinário.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Sintomas da pielonefrite exigem atenção</h2>
<p>Os principais sinais de alerta da pielonefrite incluem:</p>
<li>febre alta;</li>
<li>dor forte na lombar;</li>
<li>náuseas e vômitos;</li>
<li>mal-estar intenso;</li>
<li>fraqueza e queda do estado geral.</li>
<p>Além desses sintomas, algumas pessoas apresentam maior risco de desenvolver quadros graves. Gestantes, idosos, diabéticos e pacientes com baixa imunidade estão entre os grupos mais vulneráveis.</p>
<p>Por isso, médicos recomendam procurar atendimento imediatamente ao perceber sinais de agravamento da infecção urinária.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Diagnóstico e tratamento</h2>
<p>O diagnóstico depende principalmente do exame de urina e da urocultura, que identifica a bactéria responsável pela infecção.</p>
<p>“A urocultura permite identificar qual bactéria está causando a infecção e qual o antibiótico mais adequado para o tratamento”, destaca Victor Jordão.</p>
<p>Casos leves costumam responder a antibióticos orais. No entanto, pacientes com dores intensas, vômitos ou dificuldade para ingerir líquidos podem precisar de internação e medicação intravenosa.</p>
<p>Além disso, o uso incorreto de antibióticos pode dificultar o tratamento e aumentar a resistência bacteriana. Consequentemente, o quadro pode se tornar ainda mais grave.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Como prevenir a pielonefrite</h2>
<p>Especialistas reforçam que medidas simples ajudam a reduzir o risco de infecções urinárias recorrentes.</p>
<p>Entre as principais recomendações estão:</p>
<li>beber bastante água;</li>
<li>não segurar a urina;</li>
<li>urinar antes e após relações sexuais;</li>
<li>evitar duchas íntimas frequentes.</li>
<p>Além dessas medidas, manter acompanhamento médico em casos recorrentes também ajuda na prevenção.</p>
<p>O nefrologista ainda alerta que apenas aumentar o consumo de água não resolve uma infecção já instalada.</p>
<p>“Beber água ajuda na prevenção e na hidratação, mas não trata a infecção. A pielonefrite exige o uso de antibiótico adequado”, reforça.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Sobre a Hapvida</h2>
<p>A Hapvida atua há mais de 80 anos no setor de saúde integrada e atende quase 16 milhões de beneficiários em todo o Brasil.</p>
<p>Além disso, a companhia possui hospitais, clínicas médicas, centros de diagnóstico e unidades voltadas ao atendimento preventivo e especializado.</p>
<p>Leia mais:</p>
<p>Infecção urinária pode levar a amputações e morte</p>
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		<title>Incontinência urinária tem tratamento e não deve ser ignorada</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/incontinencia-urinaria-tem-tratamento-e-nao-deve-ser-ignorada/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 31 Mar 2026 20:45:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A incontinência urinária, caracterizada pela perda involuntária de urina, afeta milhões de mulheres e ainda causa constrangimento. Embora comum, especialistas alertam que o problema não deve ser considerado normal e pode ser tratado com acompanhamento médico e fisioterapia. Segundo a médica da Família Bruna Borges, professora da Afya Faculdade de Ciências Médicas de Itacoatiara, a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A incontinência urinária, caracterizada pela perda involuntária de urina, afeta milhões de mulheres e ainda causa constrangimento. Embora comum, especialistas alertam que o problema não deve ser considerado normal e pode ser tratado com acompanhamento médico e fisioterapia.</p>
<p>Segundo a médica da Família Bruna Borges, professora da Afya Faculdade de Ciências Médicas de Itacoatiara, a condição surge de causas multifatoriais, geralmente relacionadas à fragilidade do assoalho pélvico ou alterações no funcionamento da bexiga.</p>
<p>“A causa mais comum é a incontinência urinária de esforço, quando os músculos que sustentam a uretra perdem o tônus e não conseguem mantê-la fechada adequadamente, durante atividades como tossir, rir ou carregar peso”, explica.</p>
<p>Entre os fatores associados estão gestação, parto, envelhecimento e menopausa. A queda hormonal nessa fase pode provocar atrofia dos tecidos urogenitais e reduzir a capacidade de fechamento da uretra.</p>
<p>A incontinência também pode ocorrer devido à bexiga hiperativa, marcada por contrações involuntárias do músculo da bexiga, podendo estar ligada a condições como diabetes, doenças neurológicas, obesidade e constipação intestinal.</p>
<p>“Após os 50 anos, especialmente no climatério e na menopausa, a incidência aumenta significativamente”, afirma Bruna Borges.</p>
<p>O diagnóstico é feito por meio da avaliação clínica e da análise dos sintomas apresentados pela paciente. Entre as opções de tratamento estão mudanças de hábitos, uso de medicamentos e reabilitação da musculatura pélvica, segundo Bruna Borges.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Fisioterapia pélvica fortalece o assoalho</h2>
<p>A fisioterapia pélvica tem papel essencial no controle urinário. De acordo com a fisioterapeuta Thaiana Duarte, professora da Afya, os exercícios fortalecem os músculos do assoalho pélvico, melhorando o fechamento da uretra e controlando contrações involuntárias da bexiga.</p>
<p>“A fisioterapia fortalece os músculos do assoalho pélvico, melhorando o fechamento da uretra, nos casos de perdas por esforço. Ajuda também a controlar as contrações involuntárias da bexiga, nas perdas por urgência”, observa Thaiana Duarte.</p>
<p>Os exercícios são personalizados e a melhora acontece de forma gradual, geralmente em três meses, afirma a especialista.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Informação qualificada reduz tabus</h2>
<p>Para Soraia Tatikawa, diretora geral da Afya de Itacoatiara, ampliar o acesso à informação sobre saúde feminina é essencial.</p>
<p>“Falar sobre condições como a incontinência urinária ajuda a reduzir o tabu e incentiva as mulheres a buscar orientação profissional. A informação qualificada é uma ferramenta importante para promover saúde e qualidade de vida”, destaca.</p>
<p>Além do desconforto físico, a incontinência pode afetar a autoestima, a vida social e a qualidade de vida. Por isso, especialistas recomendam procurar orientação médica ao notar os primeiros sintomas.</p>
<p>“A perda urinária é uma condição tratável. Falar sobre o problema e buscar ajuda é o primeiro passo para recuperar o controle e o bem-estar”, orienta Thaiana Duarte.</p>
<p>A Afya de Itacoatiara forma profissionais capacitados para prevenir, diagnosticar e tratar condições como a incontinência urinária, impactando positivamente a saúde da população, finaliza a diretora Soraia Tatikawa.</p>
<p>Leia mais:</p>
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