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	<title>violentômetro Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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		<title>OAB/DF lança &#8220;violentômetro&#8221; sobre estágios da agressão a mulheres</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/oab-df-lanca-violentometro-sobre-estagios-da-agressao-a-mulheres/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Aug 2026 22:14:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Seccional do Distrito Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-DF) lançou nesta sexta-feira (7) o Violentômetro Jurídico, uma ferramenta que recomenda como um guia sobre os diferentes níveis de violência que uma mulher pode enfrentar. O lançamento foi no seminário &#8220;20 anos da Lei Maria da Penha: Inovações Legislativas, Desafios e Novos Horizontes&#8221;, realizado [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Seccional do Distrito Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-DF) lançou nesta sexta-feira (7) o <em>Violentômetro Jurídico</em>, uma ferramenta que recomenda como um guia sobre os diferentes níveis de violência que uma mulher pode enfrentar.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/08/OABDF-lanca-violentometro-sobre-estagios-da-agressao-a-mulheres.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>O lançamento foi no seminário &#8220;20 anos da Lei Maria da Penha: Inovações Legislativas, Desafios e Novos Horizontes&#8221;, realizado no dia em que a Lei Maria da Penha (Lei nº 11.340/2006) completou duas décadas. </p>
<p>O material expõe os diferentes níveis de violência que uma mulher pode enfrentar, organizado em três estágios: &#8220;Fique Atenta&#8221;, &#8220;Proteja-se&#8221; e &#8220;Fuja&#8221;.</p>
<p>A partir disso, são descritos, para cada situação, a ação violenta e o sentimento que a vítima costuma vivenciar. Desde sinais de violência psicológica e moral, como humilhação pública, controle da vestimenta e das redes sociais; evoluindo para violência patrimonial e a chantagem emocional e/ou sexual.</p>
<p>No terceiro e mais grave dos três estágios, estão a violência física direta, o abuso sexual, a ameaça com armas e a até a tentativa de homicídio.</p>
<p>Para a diretora de Mulheres da OAB/DF, Nildete Santana de Oliveira, que fez a apresentação do violentômetro, a ação é um avanço na proteção às mulheres do Distrito Federal.</p>
<p>“O Violentômetro Jurídico nasce para dar nome ao que muitas mulheres ainda não conseguem identificar como violência. Ele mostra, de forma clara e didática, que a agressão não começa no tapa. Ela já começa na humilhação, no controle, na mentira. Ao reconhecer esses primeiros sinais, a mulher pode buscar ajuda antes que a situação se agrave. É um instrumento de prevenção e, sobretudo, de empoderamento”, disse Nildete.</p>
<p>Durante o seminário, a OAB-DF foi certificada com o selo “Nós Por Elas”, entregue pelo instituto de mesmo nome. A certificação reconhece a seccional como uma organização comprometida com a construção de ambientes mais seguros, inclusivos e igualitários para as mulheres, sobretudo, para aquelas em situação de violência doméstica e familiar.</p>
<h2>Feminicídios no Brasil e no DF</h2>
<p>O Brasil registrou, em 2025, 1.571 vítimas de feminicídio, o maior número da série histórica iniciada em 2015. No Distrito Federal, foram 29 casos.</p>
<p>A representante do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) Cláudia Braga Núñez avaliou que os números elevados no distrito decorrem de um protocolo da Polícia Civil, que investiga todos os homicídios contra mulheres sob a perspectiva de gênero.</p>
<p>“Enquanto a média nacional de classificação como feminicídio gira em torno de 40%, aqui, esse índice chega a 60%. Isso demonstra que nossas instituições estão atentas e que temos menos subnotificação, o que evidencia uma atuação institucional integrada e eficaz”, pontuou a promotora de Justiça. </p>
<p> </p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/08/OABDF-lanca-violentometro-sobre-estagios-da-agressao-a-mulheres.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Brasília (DF) 07/08/2026 - A OAB/DF realiza o seminário " anos="" da="" lei="" maria="" penha:="" mem="" resist="" e="" os="" pr="" passos="" .="" ao="" microfone="" a="" promotora="" claudia="" braga="" tomelin="" foto:="" fabio="" rodrigues-pozzebom="" ag="" brasil="" title="Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil"/></p>
<h6 class="meta">A promotora Claudia Braga Tomelin Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil</h6>
<p> </p>
<h2>20 anos de Lei Maria da Penha</h2>
<p>A presidente da Comissão de Combate à Violência Doméstica e Familiar da OAB/DF, Isabelle Duarte, destacou que, duas décadas depois da Lei Maria da Penha, é preciso debater as inovações da legislação e avançar para que o texto legal represente proteção de fato.</p>
<p>“A Lei Maria da Penha é reconhecida por ser uma das melhores leis do mundo. Mas, percebemos que há, ainda, um número muito expressivo de casos [de violência contra mulheres], mesmo 20 anos depois da sua promulgação”, admite a advogada.</p>
<p>Isabelle Duarte defende a educação da população como a melhor forma de lidar com o tema.</p>
<p>“Há um problema estrutural, o machismo estrutural, o patriarcado, que infelizmente ainda oprimem muito as mulheres”, constata.</p>
<p>A advogada aponta que a educação também serve para que as mulheres conheçam seus direitos e, sobretudo, identifiquem quando são vítimas de agressões&#8221;.</p>
<p>A liderança destacou o fortalecimento do atendimento por meio das Delegacias Especiais de Atendimento à Mulher (DEAMs), das Patrulhas Maria da Penha e de equipes multidisciplinares (psicólogos e assistentes sociais), além do apoio da Casa da Mulher Brasileira e do trabalho conjunto da OAB com essas instituições.</p>
<p> </p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/08/1786140851_214_OABDF-lanca-violentometro-sobre-estagios-da-agressao-a-mulheres.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Brasília (DF) 07/08/2026 - A presidente da Comissão de Combate à Violência Doméstica e Familiar da OAB/DF, Isabelle Duarte, durante  o seminário " anos="" da="" lei="" maria="" penha:="" mem="" resist="" e="" os="" pr="" passos="" foto:="" fabio="" rodrigues-pozzebom="" ag="" brasil="" title="Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil"/></p>
<h6 class="meta">A presidente da Comissão de Combate à Violência Doméstica e Familiar da OAB/DF, Isabelle Duarte, durante o seminário &#8220;20 Anos da Lei Maria da Penha: Memória, Resistência e os Próximos Passos&#8221; Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil</h6>
<p> </p>
<h2>Onde buscar ajuda</h2>
<p>Mulheres em situação de violência e pessoas que desejam apoiá-las podem buscar orientação na Central de Atendimento à Mulher – o Ligue 180. A central fornece informações sobre os direitos das mulheres e indica os serviços de apoio mais próximos, como delegacias especializadas, centros de referência, defensorias públicas e unidades de saúde. Também recebe e encaminha denúncias aos órgãos competentes. </p>
<p>A mulher pode procurar qualquer delegacia de polícia para registrar a ocorrência e solicitar medidas protetivas de urgência.</p>
<p>Em casos de emergências e ocorrências imediatas, o telefone 190 da Polícia Militar do Distrito Federal.</p>
<p>Já a Patrulha Maria da Penha é um serviço realizado pelas polícias militares em diversos estados e municípios para acompanhar mulheres que possuem medidas protetivas de urgência. As equipes da Patrulha Maria da Penha podem realizar visitas periódicas, orientar as mulheres e fiscalizar o cumprimento das determinações judiciais.</p>
<p>Atualmente, o Brasil conta com 13 Casas da Mulher Brasileira, que reúnem, em um mesmo espaço, diferentes serviços especializados de atendimento às mulheres em situação de violência. A integração dos serviços busca evitar que a mulher precise percorrer diferentes locais para receber atendimento e proteção.</p>
<p>O Ministério das Mulheres contabiliza outras 38 Casas da Mulher Brasileira em diferentes etapas de obras e de contratação pelos gestores estaduais e municipais.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-08/oabdf-lanca-violentometro-sobre-estagios-da-agressao-mulheres" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/oab-df-lanca-violentometro-sobre-estagios-da-agressao-a-mulheres/">OAB/DF lança &#8220;violentômetro&#8221; sobre estágios da agressão a mulheres</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
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