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	<title>visão Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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	<title>visão Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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		<title>Baixa visão na infância: especialista alerta para diagnóstico precoce</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/baixa-visao-na-infancia-especialista-alerta-para-diagnostico-precoce/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Sep 2026 13:21:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[alerta]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ao contrário do que muitos pensam, a visão na infância é considerada fator de suma importância para o desenvolvimento global da criança, incluindo o motor, o cognitivo, a comunicação e o social. A perda visual precoce pode interferir não apenas no aprendizado escolar, mas em todo o processo de desenvolvimento da criança. Nesses casos, quanto mais cedo [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Ao contrário do que muitos pensam, a visão na infância é considerada fator de suma importância para o desenvolvimento global da criança, incluindo o motor, o cognitivo, a comunicação e o social.</p>
<p>A perda visual precoce pode interferir não apenas no aprendizado escolar, mas em todo o processo de desenvolvimento da criança. Nesses casos, quanto mais cedo a intervenção, maior a chance de usar a chamada visão residual para desenvolver estratégias funcionais para o futuro.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/09/Baixa-visao-na-infancia-especialista-alerta-para-diagnostico-precoce.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>O alerta foi feito pela oftalmologista Maria de Fátima Neri, que participa, em Salvador, do 70º Congresso Brasileiro de Oftalmologia (CBO 2026), que termina neste sábado (12). A médica destacou que, quando se fala de baixa visão na infância, não se trata de uma simples diminuição da acuidade visual. </p>
<p>“A baixa visão pode comprometer a percepção visual, a exploração do ambiente, o desenvolvimento motor, a aprendizagem, a comunicação, a autonomia e a participação dessa criança no mundo”, disse. “Precisamos avaliar e entender o que a criança faz com o resíduo visual que tem.”</p>
<p>Segundo Maria de Fátima, dentre as principais causas de baixa visão na infância figuram:</p>
<ul>
<li>retinopatias causadas por infecção por sífilis, toxoplasmose e citomegalovírus;</li>
<li>catarata congênita;</li>
<li>glaucoma congênito;</li>
<li>anomalias do nervo óptico;</li>
<li>albinismo;</li>
<li>distrofias hereditárias da retina;</li>
<li>alta miopia;</li>
<li>doenças neurológicas;</li>
<li>deficiência visual cortical ou cerebral;</li>
<li>prematuridade.</li>
</ul>
<p>A oftalmologista reforçou que, além do diagnóstico, é preciso avaliar as funções visuais da criança, incluindo a acuidade visual, além de entender, junto aos pais, o que ela consegue fazer e como a baixa visão interfere nas atividades diárias.</p>
<p>Na investigação junto com a família, a seguinte investigação deve ser feita:</p>
<ul>
<li>A criança reconhece rostos?</li>
<li>Consegue localizar objetos?</li>
<li>Consegue brincar com autonomia?</li>
<li>Como ela se comporta em diferentes condições de iluminação?</li>
<li>O que ela deixou de fazer por causa da baixa visão?</li>
</ul>
<p>Os sinais de alerta, segundo Maria de Fátima, incluem:</p>
<ul>
<li>A criança não acompanha objetos.</li>
<li>Não fixa os olhos ou mantém pouca fixação.</li>
<li>Aproxima excessivamente objetos dos olhos.</li>
<li>Esbarra ou tropeça com frequência.</li>
<li>Tem dificuldade em ambientes poucos iluminados.</li>
<li>Apresenta fotofobia ou busca intensa por luz.</li>
<li>Demonstra dificuldade para reconhecer pessoas e objetos.</li>
<li>Apresenta atraso no desenvolvimento sem causa definida.</li>
</ul>
<p>O trabalho de habilitação, nesses casos, deve incluir áreas como estimulação visual funcional, recursos ópticos, recursos não ópticos, tecnologia assistiva, orientação e mobilidade, terapia ocupacional, fisioterapia, fonoaudiologia, psicologia, pedagogia e orientação familiar.</p>
<p>“O desenvolvimento visual está relacionado ao visual, mas também ao motor, ao cognitivo, à linguagem e à interação. A visão participa da construção de toda a experiência da criança. Por isso, alterações visuais importantes e não reconhecidas podem repercutir no desenvolvimento global dela”, avaliou a oftalmologista.</p>
<p>Segundo Maria de Fátima, encaminhar precocemente uma criança com baixa visão &#8220;não é apenas tratar a visão; é proteger o desenvolvimento, a autonomia e o futuro dela”.</p>
<p><em>*A repórter viajou a convite do Conselho Brasileiro de Oftalmologia (CBO)</em></p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-09/baixa-visao-na-infancia-especialista-alerta-para-diagnostico-precoce" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Saiba qual é a rotina ideal de consultas para cuidar da visão</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/saiba-qual-e-a-rotina-ideal-de-consultas-para-cuidar-da-visao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Sep 2026 20:26:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[cnb]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>De quanto em quanto tempo é preciso passar por uma consulta com oftalmologista? A idade influencia nessa decisão? Uma condição de saúde que exige atenção especial, como o diabetes, muda alguma coisa? As respostas para essas e outras perguntas estão em um documento lançado nesta quinta-feira (10) pelo Conselho Brasileiro de Oftalmologia (CBO) e divulgado [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>De quanto em quanto tempo é preciso passar por uma consulta com oftalmologista? A idade influencia nessa decisão? Uma condição de saúde que exige atenção especial, como o diabetes, muda alguma coisa?<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/09/Saiba-qual-e-a-rotina-ideal-de-consultas-para-cuidar.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>As respostas para essas e outras perguntas estão em um documento lançado nesta quinta-feira (10) pelo Conselho Brasileiro de Oftalmologia (CBO) e divulgado durante o 70º Congresso da especialidade, que ocorre até sábado (12), em Salvador.</p>
<p>Em nota, a entidade avaliou que o documento confirma para pacientes, familiares e mesmo médicos de outras especialidades a necessidade da consulta periódica com um oftalmologista como cuidado essencial para a saúde ocular.</p>
<p>“Somente por meio desse encontro se torna possível fazer o diagnóstico precoce e o tratamento oportuno de doenças que acometem a visão”, completou o CBO no comunicado.</p>
<h2>Periodicidade</h2>
<p>A consulta oftalmológica deve ser realizada com periodicidade adequada à faixa etária e à presença de comorbidades, já que o exame é capaz de identificar doenças que evoluem silenciosamente e que, uma vez instaladas, provocam perda visual irreversível.</p>
<p>Os intervalos recomendados para as consultas são parâmetros mínimos de referência para pessoas sem doença ocular diagnosticada e que não apresentam fatores de risco.</p>
<h2>&gt;&gt; Confira a recomendação para cada faixa etária:</h2>
<ul>
<li>recém-nascido: teste do reflexo vermelho, realizado pelo pediatra nas primeiras 72 horas de vida ou antes da alta da maternidade. Se o exame tiver alteração, o bebê deve ser encaminhado com urgência para o especialista.</li>
<li>0 a 36 meses: repetição do teste do reflexo vermelho nas consultas médicas. Deve ser feita menos três vezes ao ano durante os três primeiros anos de vida da criança, com avaliação dos marcos do desenvolvimento visual, da fixação e do alinhamento ocular.</li>
<li>6 a 12 meses: primeira consulta oftalmológica completa, com o objetivo de detectar e tratar precocemente falhas do desenvolvimento visual.</li>
<li>3 a 5 anos: pelo menos uma consulta oftalmológica completa, com inspeção dos olhos e anexos, avaliação da função visual, testes de motilidade e alinhamento, refração sob cicloplegia (que mede o grau real do olho) e fundo de olho sob dilatação, preferencialmente antes da alfabetização.</li>
<li>idade escolar e adolescência (até 18 anos): reavaliação periódica, com avaliação oftalmológica completa entre 12 e 18 anos. É considerado o período de maior surgimento e crescimento da miopia entre estudantes.</li>
<li>⁠adultos até 39 anos: avaliação periódica mesmo que não tenha sintomas. Doenças relevantes podem ocorrer nessa faixa etária sem apresentar sinais.</li>
<li>a partir dos 40 anos: consulta anual. A prevalência de glaucoma, por exemplo, sobe para cerca de 2% após os 40 anos e a presbiopia (conhecida como vista cansada) aumenta progressivamente a partir dessa idade.</li>
<li>idosos: acompanhamento anual, no mínimo, com atenção reforçada. Deve-se ficar atento à catarata senil e ao glaucoma. Não existem estudos nacionais, mas estima-se, a partir de dados internacionais, que a degeneração macular alcance 2,2% dos indivíduos entre 70 e 79 anos e até 10,3% daqueles com 80 anos ou mais.</li>
</ul>
<h2>Doenças crônicas</h2>
<p>Caso haja diagnóstico de alguma doença crônica, histórico familiar de doenças oculares ou exposições a circunstâncias específicas, o documento estabelece a necessidade de intensificar o acompanhamento em consultas, com intervalos definidos pelo oftalmologista a partir da avaliação individual.</p>
<p>Cabe ao médico oftalmologista definir se os intervalos entre as consultas devem ser reduzidos.</p>
<h2>&gt;&gt; Os principais fatores a serem considerados são:</h2>
<ul>
<li>diabetes: cerca de 50% dos pacientes desenvolvem algum grau de retinopatia diabética (complicação na retina), proporção que chega a aproximadamente 80% após 25 anos de doença. O paciente diabético tem quase 30 vezes mais chance de tornar-se cego. Recomenda-se avaliação com pupilas dilatadas desde o diagnóstico e acompanhamento regular, mesmo se não houver queixa de problema na visão. Gestantes com diabetes devem ter acompanhamento específico.</li>
<li>histórico familiar de glaucoma: parentes de primeiro grau têm entre quatro e oito vezes mais chance de desenvolver a doença. Integram o grupo de risco pessoas com mais de 50 anos, afrodescendentes e pacientes com pressão intraocular elevada, que devem ser submetidos a exame completo, incluindo fundoscopia para avaliação do nervo óptico e tonometria, em qualquer idade.</li>
<li>histórico familiar de outras doenças oculares: ceratocone, distrofias corneanas e retinose pigmentar, entre outras condições de transmissão genética, justificam avaliação antecipada e acompanhamento periódico dos familiares.</li>
<li>miopia e miopia elevada: essa doença ocular aumenta o risco de deslocamento de retina, glaucoma e degeneração macular miópica. A avaliação deve ser realizada por um oftalmologista que, além de prescrever óculos, fará exames para diagnosticar e tratar possíveis complicações. Em crianças míopes, recomenda-se acompanhamento a cada 12 meses e, nos casos não controlados, a cada seis meses.</li>
<li>prematuridade: recém-nascidos com peso igual ou inferior a 1.500 gramas ou idade gestacional igual ou inferior a 32 semanas devem passar por rastreamento de retinopatia da prematuridade nas primeiras semanas de vida, com acompanhamento contínuo.</li>
<li>uso de corticoides, sobretudo tópicos oftálmicos (colírios e pomadas): de 30% a 40% dos indivíduos apresentam elevação da pressão intraocular em razão das medicações, sendo 5% a 6% em situações elevadas. Entre crianças, é maior o período para voltar ao normal após parar de tomar o remédio. Quanto mais usar, maior o risco. Pacientes que necessitam de uso prolongado ou recorrente precisam de acompanhamento com médico oftalmologista para evitar a cegueira irreversível causada pelo glaucoma.</li>
<li>uso de lentes de contato: o uso de lentes de contato exige acompanhamento ao menos anual, ou em intervalo menor diante de suspeita de distorção corneana, alteração refracional ou baixa de acuidade visual com melhor correção.</li>
<li>usuário de canetas emagrecedoras: tais pacientes devem incluir consultas oftalmológicas regulares na rotina de cuidados. Estudos apontam possível associação com neuropatias ópticas e com alterações da retinopatia diabética.</li>
<li>hipertensão arterial, doenças reumatológicas e autoimunes e uso de medicamentos com potencial toxicidade ocular exigem vigilância. O tabagismo é fator de risco para a degeneração macular a depender da idade do paciente.</li>
</ul>
<h2>Profissional habilitado e ambiente adequado</h2>
<p>Além de profissionais habilitados &#8211; com formação médica, o conselho alerta para a importância de que ambiente do atendimento seja adequado.</p>
<p>Consultas e exames de diagnóstico, bem como outros procedimentos oftalmológicos, devem ser realizados em consultórios, postos de saúde e hospitais que atendam às exigências da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) quanto à estrutura física, equipamentos e condições sanitárias.</p>
<h2>Maternidade</h2>
<p>O documento defende que o acompanhamento oftalmológico tenha início ainda na maternidade. O teste do reflexo vermelho, realizado no berçário, detecta catarata e glaucoma congênitos, opacidades de córnea, tumores intraoculares, inflamações importantes e hemorragias intravítreas.</p>
<p>Nos primeiros anos de vida, a avaliação dos marcos do desenvolvimento visual, da fixação e do alinhamento ocular integra a rotina de cuidados.</p>
<p>Os erros de refração não corrigidos são a principal causa de deficiência visual entre as crianças brasileiras, impactando o rendimento escolar e a socialização.</p>
<p>A ambliopia, popularmente conhecida como olho preguiçoso, pode ser prevenida pelo exame oftalmológico realizado até os 3 anos. Dados internacionais apontam que 40% das crianças cegas poderiam ter essa consequência evitada ou tratada se tivessem acesso a um oftalmologista no tempo certo.</p>
<h2>Cegueira</h2>
<p>A maior parte das causas de cegueira e de deficiência visual, segundo o documento, é evitável e tratável, desde que identificadas precocemente.</p>
<p>Dados internacionais compilados pelo conselho indicam que a maioria dos casos de baixa visão no mundo é reversível, sobretudo catarata e erros refracionais (miopia, hipermetropia, astigmatismo, presbiopia). </p>
<p>No Brasil, o CBO estima o número de pessoas cegas em cerca de 1,5 milhão, contingente que tende a crescer com o envelhecimento da população já que as quatro maiores causas de cegueira no país (catarata, glaucoma, retinopatia diabética e degeneração macular) acometem idosos.</p>
<p><em>*A repórter viajou a convite do Conselho Brasileiro de Oftalmologia (CBO)</em></p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-09/saiba-qual-e-rotina-ideal-de-consultas-para-cuidar-da-visao" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Dia da Saúde Ocular chama atenção para doenças que afetam a visão</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/dia-da-saude-ocular-chama-atencao-para-doencas-que-afetam-a-visao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jul 2026 13:58:41 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Nesta sexta-feira é celebrado o Dia Mundial da Saúde Ocular, campanha instituída pela Organização Mundial da Saúde (OMS) sobre a prevenção e o tratamento de doenças que afetam a visão. No Brasil, conforme o último censo demográfico do IBGE, quase 8 milhões de brasileiros declaram ter cegueira total ou severa dificuldade de enxergar, sendo a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Nesta sexta-feira é celebrado o Dia Mundial da Saúde Ocular, campanha instituída pela Organização Mundial da Saúde (OMS) sobre a prevenção e o tratamento de doenças que afetam a visão.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Dia-da-Saude-Ocular-chama-atencao-para-doencas-que-afetam.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>No Brasil, conforme o último censo demográfico do IBGE, quase 8 milhões de brasileiros declaram ter cegueira total ou severa dificuldade de enxergar, sendo a limitação funcional mais prevalente no país.</p>
<p>Além disso, segundo a OMS, aproximadamente 80% dos casos de deficiência visual poderiam ser evitados ou tratados adequadamente, caso fossem diagnosticados em estágios iniciais.</p>
<p>Entre as principais causas de perda de visão, estão a catarata, glaucoma, retinopatia diabética e degeneração macular relacionada à idade. Algumas dessas condições estão associadas ao envelhecimento, mas alterações na visão podem surgir em qualquer faixa etária, inclusive na infância.</p>
<p>Fatores como predisposição genética, diabetes, hipertensão arterial e hábitos inadequados também podem aumentar o risco de desenvolver doenças oculares ao longo da vida. O principal alerta em relação a essas doenças é o seu caráter assintomático, agindo de forma silenciosa.</p>
<p>É o caso do administrador Alexandre de Menezes, que relata surpresa ao descobrir que tinha catarata aos 49 anos, durante um exame oftalmológico de rotina.</p>
<p>&#8220;Sempre associei essa condição de catarata a pessoas mais idosas, né? No dia a dia, não havia percebido qualquer perda na qualidade da visão. Após o diagnóstico, realizei os exames complementares, fiz uma cirurgia numa quarta-feira, e na segunda-feira já estava trabalhando. Na verdade, após a cirurgia, eu já, já saí enxergando daqui. Ao chegar em casa e olhar pela janela, sem a necessidade de um óculos e poder, né, observar detalhes que antes eu não, não conseguia ver, foi pra mim algo muito marcante&#8221;, conta.</p>
<p>Segundo a oftalmologista Núbia Vanessa, a melhor forma de prevenir doenças oculares é com diagnósticos precoces.</p>
<p>&#8220;Nós devemos fazer isso em todas as faixas etárias para detecção precoce das doenças oculares, para evitar cegueiras que podem ser reversíveis e as irreversíveis. Pacientes que tenham comorbidades como diabetes, pressão alta, doenças autoimunes devem procurar o médico oftalmologista para fazer a detecção precoce de alguns problemas visuais ou doenças oculares que tão relacionadas&#8221;, explica.</p>
<p>Hábitos simples, como evitar a automedicação e o uso indiscriminado de colírios, utilizar óculos de sol com proteção ultravioleta e fazer pausas regulares durante o uso prolongado de telas e outros dispositivos eletrônicos contribuem para a manutenção da saúde ocular.</p>
<p> </p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-07/dia-da-saude-ocular-chama-atencao-para-doencas-que-afetam-visao" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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