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	<title>vivem Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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	<title>vivem Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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		<title>Segurança pública: apenas 32% se sentem seguros na cidade onde vivem</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/seguranca-publica-apenas-32-se-sentem-seguros-na-cidade-onde-vivem/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 May 2026 21:55:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pesquisa do Instituto Sou da Paz sobre segurança pública mostra que a maioria da população brasileira defende propostas que priorizam eficiência, prevenção, uso de tecnologia e respeito à lei. O estudo mostra ainda que os a maior parte dos entrevistados não se sente segura na cidade onde, especialmente as mulheres.  A pesquisa revela, por exemplo, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Pesquisa do Instituto Sou da Paz sobre segurança pública mostra que a maioria da população brasileira defende propostas que priorizam eficiência, prevenção, uso de tecnologia e respeito à lei. O estudo mostra ainda que os a maior parte dos entrevistados não se sente segura na cidade onde, especialmente as mulheres. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Seguranca-publica-apenas-32-se-sentem-seguros-na-cidade-onde.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>A pesquisa revela, por exemplo, que a frase “bandido bom é bandido morto” não encontra adesão ampla na sociedade – apenas 20% concordam com ela. No entanto, 73% acreditam que os criminosos devem ser julgados e presos pelos seus crimes.</p>
<p>“A sociedade brasileira está cansada de promessas antiquadas e deseja outras formas de pensar esse tema, para além dos radicalismos cristalizados que não têm trazido resultados reais no dia a dia das pessoas. Há uma maioria silenciosa que busca resultados e eficácia, por isso apoia novas ideias sobre a segurança pública”, destacou a diretora-executiva do Instituto Sou da Paz, Carolina Ricardo.</p>
<p>Realizado pela Oma Pesquisa, o estudo divulgado nesta segunda-feira (18) foi realizado de novembro a dezembro de 2025, com abrangência nacional e contou com 1.115 entrevistas presenciais, pessoais e domiciliares. </p>
<p>De acordo com o estudo, a maior parte da população (55%) acredita que o país precisa aplicar as leis já existentes a todos os criminosos, enquanto apenas uma parcela (39%) acredita na necessidade do aumento das penas. </p>
<p>A pesquisa revela também que 77% da população entendem que armas legalmente compradas também podem ser utilizadas em atos violentos quando são roubadas; e 73% afirmam que ter mais armas em circulação gera mais violência. </p>
<p>Sobre atuação policial, 82% são favoráveis ao uso de câmeras corporais como tecnologias protetivas e 65% acreditam que é preciso uma polícia melhor e mais preparada.</p>
<h2>Mulheres</h2>
<p>A pesquisa demonstra ainda que apenas 32% das pessoas se sentem seguras na cidade onde moram, índice que cai para 26% entre as mulheres. O levantamento mostra também que 83% das pessoas identificaram a violência contra a mulher presente em suas cidades.</p>
<p>Para transformar a segurança pública nos próximos anos, o Instituto Sou da Paz recomenda cinco prioridades: proteger meninas e mulheres, fortalecer polícias mais preparadas e valorizadas, enfrentar o crime organizado, reduzir roubos e retirar armas ilegais de circulação.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2026-05/seguranca-publica-apenas-32-se-sentem-seguros-na-cidade-onde-vivem" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>O silêncio que encurta a vida: Por que os homens vivem menos?</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/o-silencio-que-encurta-a-vida-por-que-os-homens-vivem-menos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Mar 2026 18:52:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[cidades]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A máxima de que “a saúde é o reflexo das nossas escolhas” nunca foi tão atual. No entanto, quando analisamos o recorte de gênero, os dados revelam uma disparidade alarmante: no Brasil, os homens vivem, em média, sete anos a menos que as mulheres. Esse abismo na longevidade não é uma fatalidade biológica inevitável, mas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A máxima de que “a saúde é o reflexo das nossas escolhas” nunca foi tão atual. No entanto, quando analisamos o recorte de gênero, os dados revelam uma disparidade alarmante: no Brasil, os homens vivem, em média, sete anos a menos que as mulheres. </p>
<p>Esse abismo na longevidade não é uma fatalidade biológica inevitável, mas sim o resultado de um padrão comportamental e cultural que negligencia o autocuidado masculino. </p>
<p>Enquanto as mulheres são educadas desde a adolescência a monitorar o próprio corpo, o homem médio ainda encara a ida ao médico como um sinal de fragilidade.</p>
<p>Essa resistência tem raízes profundas no mito do “super-homem”. Culturalmente, o homem é ensinado a ser o pilar inabalável, o provedor que não adoece e não reclama. Esse estereótipo de força invulnerável é, ironicamente, a sua maior fraqueza. </p>
<p>Ao ignorar pequenos sinais do corpo e adiar consultas preventivas, o público masculino permite que patologias silenciosas ganhem terreno. O resultado estatístico é cruel: quando o homem finalmente chega ao consultório, em mais da metade dos casos, a doença já se encontra em estágio avançado, reduzindo drasticamente as chances de cura ou controle eficaz. </p>
<p>No cotidiano do consultório urológico, essa realidade é palpável. É raridade o homem que marca sua consulta por iniciativa puramente espontânea e preventiva. Na vasta maioria das vezes, ele é “conduzido”, seja pela esposa, pelos filhos ou por uma irmã. </p>
<p>A figura feminina atua como a guardiã da saúde da família, mas o homem precisa assumir o protagonismo da sua própria biologia. Depender do incentivo de terceiros para cuidar de si é transferir a responsabilidade sobre a própria vida. </p>
<p>As causas da mortalidade precoce masculina são bem mapeadas. Além dos fatores externos, como acidentes de trânsito e violência, as doenças cardiovasculares e o infarto do miocárdio lideram as estatísticas. </p>
<p>uitas dessas mortes poderiam ser evitadas com um gerenciamento básico de riscos: controle da pressão arterial, monitoramento dos níveis de colesterol e glicemia, e exames de rotina que identificam precocemente problemas na próstata e no sistema urinário. </p>
<p>A direção para uma velhice com dignidade e autonomia é clara, mas exige uma mudança de rota nos hábitos diários. Não existe fórmula mágica: a prática de atividade física regular, uma alimentação balanceada e a redução drástica no consumo de bebidas alcoólicas são os pilares da prevenção. </p>
<p>No entanto, essas ações precisam estar aliadas à vigilância médica. É preciso desconstruir a ideia de que o médico só deve ser procurado quando a dor se torna insuportável. </p>
<p>A medicina mais eficiente é aquela que atua antes da doença aparecer. Reconhecer que o corpo precisa de manutenção não diminui a masculinidade de ninguém; pelo contrário, demonstra a inteligência de quem deseja estar presente para ver os filhos crescerem bem, para desfrutar da aposentadoria e para honrar a própria existência. Super-heróis não existem, mas homens conscientes que escolhem viver mais e melhor, sim.</p>
<p>Flavio Antunes – urologista </p>
<p>Leia mais: </p>
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