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	<title>vulneráveis Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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	<title>vulneráveis Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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		<title>Crianças são mais vulneráveis a envenenamento por picada de escorpião</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/criancas-sao-mais-vulneraveis-a-envenenamento-por-picada-de-escorpiao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 13:34:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Casos recorrentes de envenenamento sistêmico grave por peçonha de escorpião, como o da menina Valentina Nobre Lima, de 11 anos, que morreu após ser picada ao calçar o sapato no Distrito Federal, chama a atenção para a vulnerabilidade de crianças. Após o acidente, a família procurou o Corpo de Bombeiros, mas só teve acesso ao [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Casos recorrentes de envenenamento sistêmico grave por peçonha de escorpião, como o da menina Valentina Nobre Lima, de 11 anos, que morreu após ser picada ao calçar o sapato no Distrito Federal, chama a atenção para a vulnerabilidade de crianças.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Criancas-sao-mais-vulneraveis-a-envenenamento-por-picada-de-escorpiao.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Após o acidente, a família procurou o Corpo de Bombeiros, mas só teve acesso ao soro antiescorpiônico em Hospital Regional, de onde foi encaminhada a UTI. Valentina foi intubada e permaneceu em coma induzido por 24 dias e terminou falecendo no dia 5, início desta semana.</p>
<p>No Brasil há mais de 170 espécies de escorpião e os efeitos das picadas podem ser mais ou menos perigosas, conforme a espécie e quem recebe o veneno. O escorpião-amarelo, com ampla distribuição em todas as macrorregiões do Brasil, é o responsável pelos acidentes mais graves.</p>
<p>Segundo Joelma Gonçalves Martin, especialista da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), as crianças são mais vulneráveis à substância injetada pelo escorpião, por serem menores, com menos massa corporal que um adulto.</p>
<p>“É um veneno extremamente agressivo. A criança é picada, recebe a mesma quantidade de veneno que um adulto receberia, mas nela o veneno se distribui por um organismo que tem um peso corporal menor. Então isso vai resultar numa dose de toxina por quilo de peso maior nas crianças, do que no adulto”, explica a pediatra.</p>
<h2>Sintomas</h2>
<p>De acordo com Joelma, o veneno do escorpião possui toxinas que atuam no sistema nervoso, causando diferentes sintomas que afetam principalmente o coração e o sistema neurológico.</p>
<p>“Essas substâncias podem causar ataque cardíaco importante, podem levar a hipertensão, levar a edema agudo de pulmão. E, no caso do coraçãozinho da criança e do sistema nervoso isso é mais intenso, já que as crianças têm menor reserva fisiológica para suportar essas alterações”, diz.</p>
<p>De acordo com a pediatra, o agravamento do quadro logo apresenta outros sinais como taquicardia, sudorese, sinais de pressão alta, de pressão baixa, convulsão, agitação psicomotora, sonolência, falta de resposta neurológica, bradicardia (batimentos lentos), dor abdominal e falta de ar.</p>
<p>“A intensidade dos sintomas da picada do escorpião vai depender, claro, da quantidade de veneno que foi inoculada e da idade do paciente, sendo que as crianças têm sintomatologia mais grave”, reforça Joelma Martin.</p>
<h2>Atendimento</h2>
<p>Os sinais da picada na pele são pouco visíveis, mas a dor intensa é um forte sinal de que a picada existiu e que é necessário rapidez na resposta médica especialmente de crianças, idosos e pessoas imunodeprimidas.</p>
<p>“É muito importante que nós tenhamos nos municípios um mapeamento de onde é o serviço mais próximo que tenha o soro antiescorpiônico, para que os pacientes possam ser imediatamente encaminhados para lá, porque efetivamente o tempo de recebimento deste soro é responsável pela melhor resposta”, explica a pediatra.</p>
<p>De acordo com informações divulgadas pelo Centro de Informação e Assistência Toxicológica o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU 192) ou o Corpo de Bombeiros (193) podem ser acionados para transportar o paciente até os  hospitais de referência para soroterapia de acidentes por animais peçonhentos.</p>
<p>Cada Secretaria Estadual de Saúde é responsável por manter atualizada a lista desses hospitais.</p>
<p>Segundo Joelma Martin é importante ter essa informação antes mesmo do acidente acontecer, para evitar perder tempo na busca por outros serviços de saúde que não possuam o soro antiescorpiônico.</p>
<p>“Higienizar o local [da picada]. Eventualmente, pode dar um remédio com analgésico via oral, que costuma ser pouco eficaz, mas é para minimizar um pouquinho a dor. Levantar o membro [que recebeu a picada], também pode ser complementos do tratamento importantes, mas que não devem atrasar o encaminhamento ao hospital”, diz a pediatra.</p>
<h2>Prevenção</h2>
<p>Como as crianças são mais vulneráveis aos casos graves de envenenamento, é necessário redobrar a prevenção entre elas.</p>
<p>“Orientar as crianças a chacoalhar os sapatinhos que estão ali debaixo da cama, as roupas que estão paradas há muito tempo, não irem brincar em lugares com muitos buracos na parede, com muitos resíduos, acúmulos de material de construção, trilhos de trem. Essas coisas todas retém ou escondem o escorpião”, destaca Joelma.</p>
<p>O manual do Ministério da Saúde que trata de acidentes por escorpiões, alerta que a limpeza de ambientes é fundamental para evitar a presença de insetos que sirvam de alimento ao escorpião. O uso de soleiras, telas e vedações de ralos, pias em taque fora de uso também são barreiras.</p>
<p>Afastar camas e berços das paredes e evitar que roupas de cama, mosquiteiro e outros tipos de panos encostem no chão, para evitar a subida do escorpião. E quando identificar a sua presença, comunicar a vigilância ambiental.</p>
<p>“Gostaria de enfatizar que os escorpiões se multiplicam por partenogênese, portanto eles têm os filhotinhos sozinhos mesmo. Quando uma pessoa encontra um escorpião, em geral, existe uma família deles por perto”, conclui a pediatra.</p>
<p> </p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-07/criancas-sao-mais-vulneraveis-envenenamento-por-picada-de-escorpiao" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<item>
		<title>Prefeitura entrega 8 toneladas de alimentos a famílias vulneráveis em Manaus</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/prefeitura-entrega-8-toneladas-de-alimentos-a-familias-vulneraveis-em-manaus/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Jun 2026 21:00:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[alimentos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O prefeito de Manaus, Renato Junior, e o secretário municipal de Agricultura, Abastecimento, Centro e Comércio Informal (Semacc), Moisés Cunha, entregaram nesta quarta-feira (10) oito toneladas de alimentos do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA). A ação beneficiou cerca de 2.600 famílias em situação de vulnerabilidade social. Além disso, o evento ocorreu na sede da [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">O prefeito de Manaus, Renato Junior, e o secretário municipal de Agricultura, Abastecimento, Centro e Comércio Informal (Semacc), Moisés Cunha, entregaram nesta quarta-feira (10) oito toneladas de alimentos do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA). A ação beneficiou cerca de 2.600 famílias em situação de vulnerabilidade social.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Além disso, o evento ocorreu na sede da Semacc, na zona Sul da capital. Assim, a gestão municipal reforçou o compromisso com a segurança alimentar e com o fortalecimento da agricultura familiar.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Alimentos vêm diretamente da agricultura familiar</h2>
<p class="wp-block-paragraph">Os agricultores familiares de Manaus produziram e venderam os alimentos ao programa. Dessa forma, o PAA gerou renda no campo e, ao mesmo tempo, ampliou o acesso da população a alimentos frescos e nutritivos.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Além disso, a entrega incluiu mamão, abóbora-leite, cheiro-verde, espinafre, cariru, castanha-do-brasil, maxixe, melancia, couve, pimentão, pepino, chicória e hortelã.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Prefeito destaca impacto social e econômico</h2>
<p class="wp-block-paragraph">Durante a entrega, o prefeito Renato Junior destacou a importância do programa. Segundo ele, o PAA fortalece toda a cadeia produtiva e também gera empregos indiretos.</p>
<p class="wp-block-paragraph">“O PAA é um recurso que o governo federal destina às cidades, mas Manaus ficou mais de 20 anos sem receber, porque não se enquadrava. Estamos muito felizes no dia de hoje, porque o programa de aquisição de alimentos não beneficia apenas o produtor rural e as cozinhas comunitárias, esse programa beneficia também as pessoas que fazem o frete desse material, as pessoas que cortam as frutas e as verduras dentro das cozinhas, ajuda a gerar emprego. Além de matar a fome de quem precisa, gera emprego, porque existe todo um ciclo ao redor disso”, afirmou o prefeito.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Além disso, Renato Junior anunciou a ampliação do investimento municipal. Ele explicou que a prefeitura vai igualar os recursos repassados pelo governo federal.</p>
<p class="wp-block-paragraph">“O PAA nada mais é do que justiça alimentar, segurança alimentar. É levar o alimento do produtor ao consumidor sem atravessador. E o nosso trabalho só está começando, não somente com o recurso do governo federal, já estou liberando para a secretaria o mesmo valor que o governo federal destina à cidade de Manaus. Estou destinando no dia de hoje à Semacc para comprar a mesma quantidade de alimentos dos produtores rurais, para que sejam dobrados. Quando o governo federal colocar um, eu vou colocar mais um. É assim que a gente vai trabalhar, dando a nossa contrapartida”, completou o chefe do Executivo municipal.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Agricultora destaca avanço no campo</h2>
<p class="wp-block-paragraph">Entre os beneficiados, a agricultora familiar Arileia do Carmo Silva destacou os impactos do programa. Segundo ela, a iniciativa fortalece a renda e amplia o protagonismo feminino no campo.</p>
<p class="wp-block-paragraph">“Esta manhã, eu quero falar de gratidão e representar toda a área metropolitana de Manaus com esse projeto, que é um dos projetos do Manaus Mais Agro. Eu estou desde a primeira fase e sou beneficiada. Esse projeto traz empoderamento no campo para as mulheres e traz mudança social no quadro das famílias. Hoje nós somos assistidos pela Semacc, uma secretaria que está sempre presente no campo. Prefeito, conte com a gente, nós estamos aqui para somar”, declarou a agricultora.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Semacc explica funcionamento do programa</h2>
<p class="wp-block-paragraph">O secretário da Semacc, Moisés Cunha, detalhou o processo de seleção dos agricultores. Ele explicou que o programa segue critérios de cadastro e edital.</p>
<p class="wp-block-paragraph">“Esses produtores são devidamente cadastrados, todos eles pela agricultura familiar. Nós temos hoje mais de duas mil famílias cadastradas. Eles passam por um processo seletivo conjuntamente com a nossa equipe da Semacc. Quando estão devidamente cadastrados, passam por um edital e, em seguida, aderem a esse programa onde são cadastrados para vender o produto deles e as instituições receberem”, detalhou o secretário.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Instituições sociais destacam impacto da ação</h2>
<p class="wp-block-paragraph">As instituições socioassistenciais também avaliaram positivamente a iniciativa. A assistente social Alessandra Barroso, do Instituto PcD Juntos Somos Mais Fortes, destacou a qualidade dos alimentos e o impacto social.</p>
<p class="wp-block-paragraph">“Não se trata apenas da doação de alimentos, não é só levar isso aqui para mais de duas mil famílias. Mas hoje a Semacc tem o cuidado de incentivar o produtor. É levar alimento de qualidade, de uma forma que foi produzida com qualidade, com amor e espaço pelos nossos agricultores. São famílias em vulnerabilidade que serão contempladas. Nós, enquanto instituições, agradecemos e reforçamos a nossa gratidão. Muito obrigada por continuar abraçando as instituições, o trabalho que a prefeitura faz por todos nós soma e nos faz crescer”, concluiu Alessandra.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Além disso, o presidente da Associação de Idosos do Coroado, Raimundo Nonato Carmim, ressaltou o alcance coletivo da parceria.</p>
<p class="wp-block-paragraph">“Esse suporte que a prefeitura nos dá é muito importante para nós, porque não está ajudando só uma ou duas pessoas, está ajudando famílias. Então, para nós, isso é muito importante. Nós fazemos esse trabalho para ajudar a comunidade, não é para ajudar pessoas isoladas, é para ajudar a comunidade. Então, para nós, esse trabalho da prefeitura, essa parceria que foi feita conosco, ficou muito boa. Ajuda muitas famílias. Eu sou muito grato à prefeitura e à Semacc, que ajuda a gente até demais”, reforçou Raimundo.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Por fim, a representante do Instituto Missão Integral Brasileiro Renascer, Lucinete dos Santos, reforçou o impacto direto na rotina das famílias atendidas.</p>
<p class="wp-block-paragraph">“É muito importante. A gente distribui esses alimentos para pessoas carentes da comunidade. A gente atende em média várias famílias, toda sexta-feira também temos reunião com idosos, pessoas que precisam, e crianças também. Todas as famílias que precisam muito do apoio da comunidade, a gente está lá para atendê-los”, finalizou Lucinete.</p>
<h2 class="wp-block-heading">PAA fortalece rede de apoio em Manaus</h2>
<p>Fotos – João Viana/Semcom e Carlos Oliveira/Assessoria Prefeito</p>
<p class="wp-block-paragraph">O Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) compra diretamente da agricultura familiar e destina os alimentos a famílias em vulnerabilidade e instituições sociais. Dessa forma, o programa fortalece a economia local e amplia o acesso à alimentação de qualidade.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Por fim, a ação em Manaus consolidou uma rede de apoio entre produtores rurais, instituições e famílias beneficiadas. Assim, o programa gerou impactos sociais, econômicos e ambientais em toda a cidade.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Leia mais:</p>
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		<item>
		<title>Governo paga R$ 12 mil a projetos para jovens em áreas vulneráveis</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/governo-paga-r-12-mil-a-projetos-para-jovens-em-areas-vulneraveis/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 31 May 2026 14:30:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[áreas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O governo federal abriu inscrições, até o dia 9 de junho, destinadas a projetos voltados para a Plataforma Juventude Solidária. A iniciativa busca ações de promoção da cidadania em territórios vulneráveis. A ideia é promover trabalhos com jovens de 16 a 29 anos. Os projetos selecionados receberão custeio para despesas necessárias à execução das atividades, no [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O governo federal abriu inscrições, até o dia 9 de junho, destinadas a projetos voltados para a Plataforma Juventude Solidária. A iniciativa busca ações de promoção da cidadania em territórios vulneráveis. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Governo-paga-R-12-mil-a-projetos-para-jovens-em.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>A ideia é promover trabalhos com jovens de 16 a 29 anos. Os projetos selecionados receberão custeio para despesas necessárias à execução das atividades, no valor de até R$ 12 mil.</p>
<p>Os pagamentos vão ocorrer em seis parcelas mensais de R$ 2 mil. Os coordenadores dos projetos também terão bolsa de até R$ 12 mil (pagos em seis vezes). As inscrições de organizações e entidades proponentes podem ser realizadas na plataforma oficial integrada ao Brasil Participativo e ao Gov.br.</p>
<p>Representantes de organizações da sociedade civil, com ou sem CNPJ, além de órgãos públicos e equipamentos públicos que tenham projetos relacionados a políticas sociais e interesse em receber jovens voluntários podem fazer a inscrição.</p>
<p>A iniciativa é da Secretaria Nacional de Juventude da Secretaria-Geral da Presidência da República, em parceria com o Ministério da Educação e com o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS).</p>
<p>De acordo com o governo federal, em uma segunda etapa, a plataforma receberá inscrição de jovens. O edital prevê ajuda de custo mensal para até cinco voluntários por projeto, desde que esses participantes estejam cadastrados no ID Jovem e atendam aos critérios estabelecidos.</p>
<p>Conforme a nota do governo, a secretária Nacional de Juventude, Vitória Genuíno, enfatizou que a iniciativa busca fortalecer projetos já desenvolvidos nos territórios e ampliar a participação juvenil em ações de impacto social.</p>
<p> “Queremos fortalecer iniciativas que já fazem a diferença nos territórios e ampliar as oportunidades para que mais jovens participem ativamente da construção de soluções para suas comunidades”, afirmou.</p>
<p>Os projetos inscritos devem estar em um dos oito eixos temáticos da plataforma: </p>
<ul>
<li>Saúde e Segurança Alimentar;</li>
<li>Participação, Educação e Democracia;</li>
<li>Comunicação e Tecnologia;</li>
<li>Renda, Trabalho e Empreendedorismo;</li>
<li>Cultura, Esporte e Lazer;</li>
<li>Direito à Cidade, Moradia e Território;</li>
<li>Acesso à Justiça e Segurança Pública;</li>
<li>Sustentabilidade e Meio Ambiente.</li>
</ul>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2026-05/governo-paga-r-12-mil-para-projetos-para-jovens-em-areas-vulneraveis" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<item>
		<title>Estudo mapeia 13 perfis de jovens mais vulneráveis a desigualdades</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/estudo-mapeia-13-perfis-de-jovens-mais-vulneraveis-a-desigualdades/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 May 2026 17:16:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[cnb]]></category>
		<category><![CDATA[desigualdades]]></category>
		<category><![CDATA[estudo]]></category>
		<category><![CDATA[jovens]]></category>
		<category><![CDATA[mais]]></category>
		<category><![CDATA[Manaus]]></category>
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		<category><![CDATA[vulneráveis]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Dificuldade de continuar os estudos, trabalhos informais, violência urbana e cyberbullying são alguns dos desafios enfrentados por jovens vulneráveis de diferentes grupos, segundo o estudo Juventudes Brasileiras Minorizadas, divulgado nesta terça-feira (26).  O trabalho reúne 14 artigos produzidos por especialistas de diferentes áreas, além do relato de jovens que enfrentam a desigualdade no acesso a direitos. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Dificuldade de continuar os estudos, trabalhos informais, violência urbana e cyberbullying são alguns dos desafios enfrentados por jovens vulneráveis de diferentes grupos, segundo o estudo <em>Juventudes Brasileiras Minorizadas</em>, divulgado nesta terça-feira (26). <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Estudo-mapeia-13-perfis-de-jovens-mais-vulneraveis-a-desigualdades.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>O trabalho reúne 14 artigos produzidos por especialistas de diferentes áreas, além do relato de jovens que enfrentam a desigualdade no acesso a direitos. A publicação foi realizada pela Fundação Roberto Marinho, a Fundação Itaú &#8211; Itaú Educação e Trabalho, o Interdisciplinaridade e Evidências no Debate Educacional (Iede) e o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef). </p>
<p>A pesquisa reúne análises sobre 13 perfis de juventudes vulnerabilizadas e aponta que desigualdades estruturais de raça, renda, gênero e território seguem comprometendo o acesso a direitos básicos e oportunidades.</p>
<p>Entre os grupos analisados estão juventudes negras, indígenas, quilombolas, rurais, LGBTQIAPN+, jovens mães, pessoas com deficiência, adolescentes submetidos ao trabalho infantil e jovens refugiados.</p>
<h2>Acesso à educação</h2>
<p>Segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Contínua 2025 utilizados no estudo, o Brasil tem mais de 46,5 milhões de jovens entre 15 e 29 anos. Desse total, 7,9 milhões estão fora da escola sem concluir a educação básica: o equivalente a 17% da população jovem. Entre eles, sete em cada dez são negros.</p>
<p>A pesquisa aponta ainda que 11,9 milhões de jovens vivem em situação de pobreza. Entre os jovens em extrema pobreza, 74,9% são negros, e mulheres negras representam 40% da juventude pobre do país.</p>
<p>Para os pesquisadores, fatores como dificuldade de acesso à internet, longos deslocamentos, necessidade de conciliar estudo e trabalho e inserção precoce em ocupações precárias aprofundam desigualdades históricas. </p>
<p>A superintendente de conhecimento da Fundação Roberto Marinho, Rosalina Soares, define que, ao escutar os jovens e reunir evidências sobre diferentes perfis de juventudes brasileiras, o trabalho busca contribuir para que políticas públicas sejam construídas considerando suas vozes.</p>
<p>“Por trás dos indicadores existem trajetórias reais, sonhos interrompidos e desafios cotidianos muitas vezes atravessados por desigualdades persistentes”.</p>
<h2>Juventude rural</h2>
<p>O estudo destaca que as desigualdades aparecem de forma ainda mais intensa entre jovens de territórios vulnerabilizados. </p>
<p>Nas áreas rurais, por exemplo, 33% dos jovens estão fora da escola sem concluir a educação básica, percentual duas vezes maior do que o registrado nas áreas urbanas. A informalidade também atinge 69% das juventudes rurais, contra 41% dos jovens urbanos.</p>
<p>Entre indígenas, a taxa de analfabetismo é três vezes maior do que entre não indígenas. Além disso, apenas 42% dos jovens indígenas de 18 a 29 anos concluíram o ensino médio. </p>
<p>Já entre quilombolas, apesar do crescimento das matrículas em escolas quilombolas, cerca de 30% dos estudantes apresentam atraso escolar.</p>
<h2>Discriminação e violência</h2>
<p>A publicação também chama atenção para os impactos da violência e da discriminação nas trajetórias educacionais e profissionais. </p>
<p>Jovens negros são vítimas de violência urbana em proporção quatro vezes maior do que jovens brancos. No caso das juventudes LGBTQIAPN+, o estudo aponta que agressões verbais, físicas e casos de cyberbullying afetam diretamente a permanência escolar.</p>
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<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Estudo-mapeia-13-perfis-de-jovens-mais-vulneraveis-a-desigualdades.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Rio de Janeiro (RJ) 17/11/2023 - Transexuais, travestis e apoiadores participam da segunda edição da Marcha Trans e Travesti, em mobilização por direitos, no centro da cidade. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil" title="Fernando Frazão/Agência Brasil"/></p>
<p><h6 class="meta">Transexuais, travestis e apoiadores participam da segunda edição da Marcha Trans e Travesti, em mobilização por direitos, no centro da cidade. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil</h6>
</p>
<p>Segundo a chefe de Educação do Unicef no Brasil, Mônica Dias Pinto, as desigualdades exigem políticas públicas articuladas para garantir permanência escolar e inclusão produtiva. </p>
<p>“Quando olhamos para as juventudes no Brasil, fatores interseccionais como cor, raça e renda ajudam a explicar por que as oportunidades não chegam do mesmo jeito para todas e todos”, disse.</p>
<p>A relação entre escolaridade e inserção profissional também aparece entre jovens mães. Dados da Pesquisa Nacional de Saúde de 2019 mostram que, na faixa etária de 15 a 19 anos, 60,8% dos jovens com filhos estão fora da escola sem concluir os estudos.</p>
<p> </p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/05/1779815813_230_Estudo-mapeia-13-perfis-de-jovens-mais-vulneraveis-a-desigualdades.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Brasília (DF), 08/04/2026 - A indígena, Angélica Kalapalo, com seu filho no Acampamento Terra Livre - ATL 2026. Foto: Valter Campanato/Agência Brasil" title="Valter Campanato/Agência Brasil"/></p>
<p><h6 class="meta">A indígena Angélica Kalapalo com seu filho no Acampamento Terra Livre &#8211; ATL 2026. Foto: Valter Campanato/Agência Brasil</h6>
</p>
<p>Em entrevista à Agência Brasil, a cantora e estudante de produção cultural Natália Araújo conta que participou da construção do estudo e compartilhou sua experiência como jovem mãe periférica e trabalhadora informal desde a adolescência: </p>
<p>“Eu engravidei com 17 anos e tive meu filho aos 18. Trabalhei em três lugares durante a gravidez, isso é muito cotidiano nas periferias. Muitas vezes a gente naturaliza o trabalho infantil e a necessidade de trabalhar cedo, mas isso não deveria ser normal”, afirmou.</p>
<p>Natália destacou a importância de incluir jovens diretamente afetados pelas desigualdades na elaboração de pesquisas e políticas públicas: </p>
<p>“Eu sou uma exceção, porque fui alcançada por projetos sociais e instituições que me deram oportunidades, mas isso não pode depender apenas de iniciativas isoladas’’, disse.</p>
<h2>Trabalho infantil</h2>
<p>A pesquisa também aponta que adolescentes submetidos ao trabalho infantil enfrentam maior exclusão escolar e dificuldades de aprendizagem. </p>
<p>Em 2024, cerca de 1,6 milhão de crianças e adolescentes de 5 a 17 anos estavam em situação de trabalho infantil no Brasil, segundo a PNAD Contínua.</p>
<p> </p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/05/1779815813_196_Estudo-mapeia-13-perfis-de-jovens-mais-vulneraveis-a-desigualdades.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Brasília (DF), 11/06/2025 - Combate ao trabalho infantil.&#13;&#10;Foto: Ministério do trabalho/Divulgação" title="Ministério do Trabalho/Divulgação"/></p>
<p><h6 class="meta">Jovens regatados em situação de trabalho infantil. Ministério do Trabalho/Divulgação</h6>
</p>
<p>Para o diretor-fundador do Iede, Ernesto Martins Faria, o estudo amplia o olhar sobre juventudes que normalmente ficam invisíveis nas estatísticas tradicionais: </p>
<p>“O Brasil tem desigualdades profundas, que criam obstáculos para diferentes grupos ao longo de suas trajetórias educacionais e de inserção no mercado de trabalho. Há uma diversidade de juventudes, com características específicas, que merece mais atenção, e este estudo é importante por dar visibilidade a 13 desses grupos”, afirmou.</p>
<p>Os organizadores defendem que o levantamento pode subsidiar a formulação de políticas públicas voltadas à permanência escolar, proteção social, combate às desigualdades e ampliação do acesso ao trabalho digno para jovens em situação de vulnerabilidade.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-05/estudo-mapeia-13-perfis-de-jovens-mais-vulneraveis-desigualdades" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Inca faz campanha para ampliar ajuda a pacientes vulneráveis</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 May 2026 20:50:12 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O INCAvoluntário, área de ações sociais do Instituto Nacional do Câncer (Inca), está convocando doadores para contribuir com o Programa Nutrir, que ajuda os pacientes em situação de vulnerabilidade social a manterem uma alimentação saudável. O Inca é referência nacional em tratamento oncológico e, apesar de suas quatro unidades ficarem no Rio de Janeiro, atende [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O INCAvoluntário, área de ações sociais do Instituto Nacional do Câncer (Inca), está convocando doadores para contribuir com o Programa Nutrir, que ajuda os pacientes em situação de vulnerabilidade social a manterem uma alimentação saudável.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Inca-faz-campanha-para-ampliar-ajuda-a-pacientes-vulneraveis.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>O Inca é referência nacional em tratamento oncológico e, apesar de suas quatro unidades ficarem no Rio de Janeiro, atende pacientes de diversas regiões do país, pelo Sistema Único de Saúde (SUS).</p>
<p>Durante o período de internação no hospital, esses pacientes e seus acompanhantes recebem assistência integral. No entanto, ao retornarem para casa, muitos não conseguem manter uma alimentação adequada ou adquirir os alimentos especiais recomendados, explica a gerente-geral do INCAvoluntário, Fernanda Vieira.</p>
<p>Por isso, o Programa Nutrir distribui para as famílias vulneráveis um cartão alimentação, que pode ser usado em mercados, hortifrutis e outros estabelecimentos do tipo, com um valor mensal de R$ 150, pago por até 15 meses.</p>
<p>&#8220;O tratamento continua, o paciente continua vindo ao Inca para consultas, exames e acompanhamento, e uma alimentação adequada contribui para a melhora da qualidade de vida. Com o cartão, ele pode comprar alimentos frescos, como frutas, legumes e verduras que contribuem para a recuperação da saúde&#8221;, explica Fernanda.</p>
<p>Outros pacientes recebem uma bolsa de alimentos, com itens como arroz, feijão, macarrão, aveia e leite em pó. &#8220;É uma ajuda que parece simples, mas, para quem está em tratamento, faz toda a diferença. Apoia não só o paciente, mas também a família e traz mais dignidade para quem já está passando por um momento delicado&#8221;, complementa a gerente-geral do INCAvoluntário.</p>
<p>Somente no primeiro trimestre desde ano, o projeto já beneficiou 1.758 pacientes adultos e 99 crianças. Em 2025, as recargas no cartão-alimentação somaram quase R$ 1,4 milhão, e cerca de 2 mil bolsas de alimentos foram entregues.</p>
<p>Uma das beneficiadas é Rosana de Oliveira, mãe de Rafaela, de 14 anos, paciente do Inca há um ano e três meses. &#8220;Com o tratamento fica muito difícil trabalhar, por isso quero agradecer bastante a quem já contribui. Talvez essa pessoa nem tenha noção do bem que está fazendo. Recebemos lá pelo dia 20 e, como a gente já não tem mais quase dinheiro nessa época do mês, conseguimos repor itens de mais necessidade, como carne, frutas e legumes&#8221;, conta Rosana.</p>
<p>Para aumentar o alcance este ano, foi lançada a campanha Alimente a Esperança, que está recebendo doações, via pix ou cartão de crédito, até o dia 28 de maio. As informações estão disponíveis no Instagram do INCAvoluntário.</p>
<p>Apesar de o INCAvoluntário ser ligado ao hospital, as ações da área são realizadas por voluntários e totalmente custeadas por doações. Além de alimentos, o projeto também concede auxílio-transporte e distribui brinquedos e brindes em datas especiais, como Natal e Dia das Mães.</p>
<p>Os voluntários também realizam atividades nos hospitais, como musicoterapia e palhaçaria.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-05/inca-faz-campanha-para-ampliar-ajuda-pacientes-vulneraveis" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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