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	<title>WhatsApp Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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		<title>Grupos de WhatsApp viram mercado de armas, drogas e carros roubados</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/cidades/grupos-de-whatsapp-viram-mercado-de-armas-drogas-e-carros-roubados/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 21 Jun 2026 13:09:35 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Grupos de WhatsApp com milhares de participantes estão sendo utilizados por organizações criminosas para comercializar armas, drogas, veículos roubados, documentos falsificados e diversos outros produtos ilegais. O que deveria ser uma ferramenta de comunicação passou a funcionar, em alguns casos, como um verdadeiro shopping clandestino operado por integrantes do crime organizado. Em comunidades identificadas por [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Grupos de WhatsApp com milhares de participantes estão sendo utilizados por organizações criminosas para comercializar armas, drogas, veículos roubados, documentos falsificados e diversos outros produtos ilegais. O que deveria ser uma ferramenta de comunicação passou a funcionar, em alguns casos, como um verdadeiro shopping clandestino operado por integrantes do crime organizado.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Em comunidades identificadas por símbolos associados ao Comando Vermelho (CV), criminosos anunciam desde carros adulterados e joias roubadas até fuzis, munições e serviços fraudulentos voltados a aplicativos de transporte. Em alguns grupos, os participantes seguem regras próprias para permanecer nas comunidades, incluindo exigências de comportamento e identificação ao ingressar.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Entre os anúncios encontrados estão veículos vendidos por valores muito abaixo do mercado, evidenciando indícios de origem criminosa. Uma Chevrolet Tracker Premier avaliada em cerca de R$ 118 mil foi ofertada por apenas R$ 10 mil. Já um Volkswagen Polo Track 2025 apareceu anunciado por R$ 7,5 mil, enquanto seu valor de mercado ultrapassa R$ 75 mil.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Veículos adulterados e peças automotivas movimentam mercado ilegal</h2>
<p class="wp-block-paragraph">Uma expressão aparece repetidamente nos anúncios: “feito de tudo”. O código é utilizado para indicar que os principais elementos de identificação dos veículos foram adulterados, incluindo placas e chassis.</p>
<p class="wp-block-paragraph">O esquema também envolve a comercialização de peças automotivas e motocicletas. Baterias, rodas, amortecedores e componentes originais são oferecidos por valores muito abaixo dos praticados no mercado formal.</p>
<p class="wp-block-paragraph">A procura é intensa. Integrantes dos grupos solicitam modelos específicos e recebem respostas em poucos minutos, criando uma dinâmica semelhante à de plataformas convencionais de compra e venda.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Fraudes em aplicativos de transporte</h2>
<p class="wp-block-paragraph">Além dos veículos, os grupos oferecem serviços ilegais relacionados a aplicativos de mobilidade urbana.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Os anúncios prometem o cadastramento de motoristas e motociclistas mesmo sem Carteira Nacional de Habilitação (CNH) válida ou com documentação irregular. Também são comercializadas contas para plataformas de transporte, prática proibida pelas empresas do setor.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Segundo a Associação Brasileira de Mobilidade e Tecnologia (Amobitec), a venda ou compartilhamento de contas representa uma violação das regras das plataformas e pode gerar consequências legais para os envolvidos.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Armas, munições e equipamentos restritos</h2>
<p class="wp-block-paragraph">Uma das áreas mais preocupantes do comércio ilegal envolve armamentos.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Os grupos reúnem anúncios de revólveres, pistolas e fuzis de uso restrito, além de acessórios táticos, carregadores, equipamentos de proteção e munições de diversos calibres.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Os vendedores chegam a compartilhar vídeos para demonstrar o funcionamento das armas, utilizando imagens de disparos e manuseio dos equipamentos.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Também aparecem ofertas de bloqueadores de sinal, conhecidos popularmente como “capetinhas”, utilizados para dificultar rastreamentos eletrônicos. Segundo a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), a comercialização e o uso desses equipamentos são proibidos no Brasil, salvo em situações específicas autorizadas por lei.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Documentos falsos e serviços fraudulentos</h2>
<p class="wp-block-paragraph">Os grupos também são utilizados para a oferta de documentos falsificados e serviços ilegais.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Entre os produtos anunciados estão atestados médicos, documentos de identidade, comprovantes de residência, receitas médicas, certificados escolares e versões digitais de documentos veiculares.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Outra prática identificada é a oferta de pessoas dispostas a assumir a responsabilidade por multas de trânsito para evitar a perda de pontos na carteira dos verdadeiros infratores.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Joias roubadas e celulares abaixo do preço</h2>
<p class="wp-block-paragraph">O comércio clandestino inclui ainda joias e eletrônicos supostamente obtidos em ações criminosas.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Em um dos anúncios, uma aliança de casamento com os nomes dos proprietários gravados foi colocada à venda após ter sido retirada de uma vítima de assalto na Barra da Tijuca.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Celulares também aparecem entre os produtos mais procurados. Modelos de iPhone e smartphones de outras marcas são anunciados por valores muito inferiores aos praticados em lojas e marketplaces.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Drogas e animais silvestres</h2>
<p class="wp-block-paragraph">Os grupos também funcionam como pontos de negociação para entorpecentes e animais silvestres.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Anúncios de drogas sintéticas, cocaína, derivados da cannabis e lança-perfume são compartilhados com frequência, acompanhados de fotos e vídeos dos produtos.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Entre as ofertas encontradas está a venda de um filhote de macaco-prego, prática que configura crime ambiental e viola a legislação brasileira de proteção à fauna.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Polícia monitora atividades criminosas</h2>
<p class="wp-block-paragraph">A Polícia Civil informou que acompanha e investiga o uso de redes sociais e aplicativos de mensagens para a prática de crimes e a comercialização de produtos ilícitos.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Segundo a corporação, o trabalho busca identificar os responsáveis, reunir provas e subsidiar operações destinadas ao combate dessas organizações criminosas.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Já a Meta, empresa responsável pelo WhatsApp, informou que a plataforma não permite o uso do aplicativo para atividades ilegais e destacou que usuários podem denunciar conteúdos e comportamentos inadequados diretamente pelo aplicativo. A empresa ressaltou ainda que as mensagens são protegidas por criptografia de ponta a ponta, o que impede o acesso ao conteúdo das conversas.</p>
<p class="wp-block-paragraph"><em>*Com informações do Extra</em></p>
<p class="wp-block-paragraph">Leia mais:</p>
<p class="wp-block-paragraph">Amazonas ganha protagonismo em encontro nacional da Defensoria</p>
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		<title>Golpistas usam nome da PGE-AM para aplicar golpes pelo WhatsApp</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/cidades/golpistas-usam-nome-da-pge-am-para-aplicar-golpes-pelo-whatsapp/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 18:56:47 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Manaus (AM) – A Procuradoria Geral do Estado do Amazonas (PGE-AM) emitiu um alerta à população sobre tentativas de golpe praticadas por criminosos que usam indevidamente o nome de membros da instituição para enganar cidadãos. Segundo a PGE-AM, as abordagens acontecem principalmente por meio de mensagens enviadas pelo WhatsApp, tendo como principais alvos servidores aposentados. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Manaus (AM) – A Procuradoria Geral do Estado do Amazonas (PGE-AM) emitiu um alerta à população sobre tentativas de golpe praticadas por criminosos que usam indevidamente o nome de membros da instituição para enganar cidadãos.</p>
<p>Segundo a PGE-AM, as abordagens acontecem principalmente por meio de mensagens enviadas pelo WhatsApp, tendo como principais alvos servidores aposentados.</p>
<p>Os golpistas prometem o pagamento de supostas gratificações com valores elevados e utilizam números de processos inexistentes para dar aparência de legitimidade à fraude.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Golpistas usam nomes de órgãos públicos</h2>
<p>De acordo com a Procuradoria, as mensagens também podem citar nomes de profissionais e órgãos públicos para aumentar a credibilidade da abordagem e induzir as vítimas ao erro.</p>
<p>A PGE-AM reforçou que não realiza contato direto com cidadãos por aplicativos de mensagens para tratar sobre liberação de valores.</p>
<p>O órgão também destacou que não solicita dados pessoais, transferências bancárias ou qualquer tipo de pagamento.</p>
<h2 class="wp-block-heading">PGE-AM orienta população a não responder mensagens</h2>
<p>O subprocurador-geral da PGE-AM, Mateus Severiano da Costa, orientou a população a ficar atenta a esse tipo de golpe.</p>
<p>“Essas mensagens são fraudulentas e utilizam indevidamente o nome de membros da Procuradoria para tentar enganar a população. A orientação é não responder, não compartilhar dados pessoais e buscar os canais oficiais da PGE-AM em caso de dúvida”, afirmou.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Tentativas de golpe devem ser denunciadas</h2>
<p>A Procuradoria recomenda que qualquer tentativa de golpe seja denunciada às autoridades competentes.</p>
<p>A instituição informou ainda que já adotou as medidas necessárias para apurar os casos e reforçou o compromisso com a segurança da informação e a proteção da população.</p>
<p>Leia mais:</p>
<p>Criminoso que invadiu floricultura e exigiu transferências via Pix é preso em Manaus</p>
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		<title>Whatsapp anuncia controle parental para contas de menores de 13 anos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Mar 2026 23:06:53 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O aplicativo de troca de mensagens WhatsApp anunciou nesta quarta-feira (11) que irá disponibilizar, nos próximos meses, uma nova funcionalidade que permitirá que pais e responsáveis gerenciem a conta dos filhos menores de 13 anos.  Segundo a Meta, empresa que controla o aplicativo, pais, mães ou responsáveis poderão usar a nova funcionalidade para decidir quais [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O aplicativo de troca de mensagens WhatsApp anunciou nesta quarta-feira (11) que irá disponibilizar, nos próximos meses, uma nova funcionalidade que permitirá que pais e responsáveis gerenciem a conta dos filhos menores de 13 anos. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Whatsapp-anuncia-controle-parental-para-contas-de-menores-de-13.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Segundo a Meta, empresa que controla o aplicativo, pais, mães ou responsáveis poderão usar a nova funcionalidade para decidir quais contatos conseguirão mandar mensagens para a conta e de quais grupos a criança ou o adolescente poderá participar.</p>
<p>Além disso, os pais poderão analisar pedidos de contato de números desconhecidos e gerenciar as configurações de privacidade da conta.</p>
<p>“O controle parental e as configurações são controlados por um PIN dos pais no dispositivo gerenciado. Apenas pais, mães ou responsáveis podem acessar e modificar as configurações de privacidade, o que permite personalizar a experiência de acordo com as preferências da família”, disse a Meta, em comunicado.</p>
<p>Segundo a empresa, o conteúdo das conversas continuará privado e protegido com criptografia de ponta a ponta, de modo que nem os pais nem a própria plataforma conseguirão ter acesso.</p>
<p>De acordo com o WhatsApp, as contas gerenciadas por pais, mães ou responsáveis serão lançadas aos poucos e poderão não estar disponíveis em todas as regiões. As novas contas para menores deverão ser configuradas pelos pais ou responsáveis com 18 anos ou mais. </p>
<p>Será necessário ter a versão mais recente do WhatsApp para iPhone ou Android para usar a nova funcionalidade. Para configurar a nova conta, o celular do responsável e o celular do menor deverão estar lado a lado. O passo a passo da configuração pode ser visto neste link.</p>
<h2>Segurança de crianças e adolescentes</h2>
<p>As ameaças que acompanham o acesso de crianças e adolescentes a redes sociais, plataformas para a troca de mensagens e jogos online têm sido objeto de preocupação ao redor do mundo.</p>
<p>Na Austrália, uma lei proibiu o uso de redes sociais por menores de 16 anos. Medidas similares já avançaram na França e em Portugal e são discutidas em outros países europeus.</p>
<p>No Brasil, uma consulta pública realizada pelo governo federal recomendou métodos mais rígidos na aferição de idade de usuários em sites e aplicativos na internet.</p>
<h2>ECA Digital</h2>
<p>O país proibiu o uso de celulares nas escolas públicas e privadas, nos ensinos fundamental e médio. Também está em processo de implementação a Lei do Estatuto Digital da Criança e do Adolescente (15.211/2025).</p>
<p>A nova lei entra em vigor em 18 de março e obriga as plataformas digitais a tomarem medidas razoáveis para prevenir riscos de crianças e adolescentes acessarem conteúdos ilegais ou considerados impróprios para essas faixas etárias, como exploração e abuso sexual, violência física, intimidação, assédio, promoção e comercialização de jogos de azar, práticas publicitárias predatórias e enganosas, entre outros crimes.</p>
<p>A lei ainda prevê regras para supervisão dos pais e responsáveis e exige mecanismos mais confiáveis para a verificação da idade dos usuários de redes sociais, o que atualmente é feito basicamente por autodeclaração.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-03/whatsapp-anuncia-controle-parental-para-contas-de-menores-de-13-anos" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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