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Amazonas entra no mapa global da ciência

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Amazonas entra no mapa global da ciência

O Amazonas deixou de ser apenas cenário de pesquisas sobre a floresta para assumir destaque internacional na produção científica sobre a Amazônia. Com mais de R$ 1 bilhão investidos em Ciência, Tecnologia e Inovação (CT&I), entre 2019 e 2026, o estado ampliou o acesso à pesquisa aos 62 municípios. Com isso, a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam) passou a figurar entre as cinco agências que mais financiam estudos sobre a Amazônia no mundo, segundo levantamento da plataforma Elsevier.

Essa política de expansão da ciência ganhou notabilidade durante a gestão do ex-governador e presidente estadual do União Brasil, Wilson Lima, com ampliação de programas de bolsas, editais, pesquisas estratégicas e parcerias internacionais. Os investimentos saltaram de R$ 127,2 milhões, em 2019, quando ele assumiu a administração estadual, para R$ 160,3 milhões em 2026, quando se desincompatibilizou do cargo. As ações seguem em curso na atual gestão do governador Roberto Cidade, também do União Brasil.

“Nós fizemos ações importantes para popularizar a ciência, criando oportunidades que vão desde pesquisadores com doutorado até crianças do ensino fundamental. Os resultados têm sido surpreendentes e mostram que o Amazonas está entre os estados brasileiros que mais investem em inovação”, afirma Wilson Lima.

Os números ajudam a dimensionar a transformação vivida pelo estado. Entre 2019 e 2026, mais de 210 editais foram lançados, beneficiando cerca de 32 mil pesquisadores. No período, o Amazonas implementou mais de 35 mil bolsas em diversas modalidades e apoiou a formação de aproximadamente 3 mil novos mestres e doutores.

Liderança nacional

O estado também se consolidou, pelo quinto ano consecutivo, como líder nacional em investimentos na formação de recursos humanos altamente qualificados, especialmente mestres e doutores, fortalecendo uma rede científica que conecta universidades, institutos de pesquisa e centros internacionais.

Outro fator decisivo para ampliar a presença do Amazonas no cenário científico mundial foi a expansão das parcerias institucionais. Ao todo, foram firmadas cooperações com 289 instituições, sendo 143 no Amazonas, 86 em outros estados brasileiros e 57 internacionais. As conexões fortaleceram pesquisas ligadas à bioeconomia, biodiversidade, mudanças climáticas, inovação e desenvolvimento sustentável da Amazônia.

Um dos principais diferenciais dessa política pública foi a interiorização da ciência. Pela primeira vez, programas de incentivo à pesquisa e inovação passaram a alcançar os 62 municípios. O número de projetos apoiados no interior cresceu de forma expressiva e chegou a quase 900 iniciativas no último ano. As pesquisas estimularam soluções voltadas diretamente à realidade amazônica, incluindo estudos sobre agricultura sustentável, manejo ambiental, saúde, educação e tecnologias sociais.

Salas de aula

A transformação também chegou às salas de aula. Por meio do Programa Ciência na Escola, o estado concedeu mais de 23 mil bolsas para estudantes da rede pública, aproximando crianças e adolescentes do universo científico desde os primeiros anos da educação básica. “Estamos dando sequência aos projetos que transformaram a ciência no Amazonas. Nosso compromisso é manter os investimentos, ampliar oportunidades e garantir que esse avanço tenha continuidade em todos os municípios”, declara o governador Roberto Cidade.

Para o segundo vice-presidente estadual do União Brasil, Marcellus Campêlo, que comandou por sete anos a Secretaria de Estado de Desenvolvimento Urbano e Metropolitano (Sedurb) e a Unidade Gestora de Projetos Especiais (UGPE), os resultados refletem uma política pública construída com planejamento e continuidade. “Os números mostram que houve planejamento, execução e compromisso. O Amazonas hoje é referência, porque houve decisão política de investir em conhecimento e inovação e, agora, podemos colher esses frutos”, frisa Campêlo.

(*) Com informações da assessoria

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