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Política

Caixas d’agua da Semed onde professora morreu com doença do pombo estão na sujeira: ‘só fezes’

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Caixas d'agua da Semed onde professora morreu com doença do pombo estão na sujeira: 'só fezes'

Educadores, pais e alunos da Escola Municipal Esmeralda Soares Neves, na zona norte de Manaus, estão em pânico, após a professora Patrícia Almeida de Lima, de 49 anos, morrer vítima da doença de pombo. Profissionais estão nas redes sociais denunciando o descaso por parte da Secretaria Municipal de Educação, que deixou a situação descambar para a morte. A escola fica no bairro União da Vitória.

Um educador gravou as caixas d’agua onde, segundo ele, o líquido consumido pelos alunos é retirado. O local é um dos preferidos dos pombos. “Só fezes”, ele diz enquanto filma o local.

De acordo com a família, a educadora morreu vítima de histoplasmose disseminada, aplasia de medula e septicemia. A deriva de fungos causados por fezes de aves, entre elas os pombos.

Além dos pombos, imagens da escola mostram o local sujo. Nas redes sociais, um comunicado informa a suspensão as aulas para limpar a escola e tentar acabar com os pombos, atitude tardia para salvar a vida da professora.

“Há anos pais, professores e funcionários convivem com uma escola tomada por pombos. Quantas vezes esse problema foi visto e nada foi resolvido?” afirma uma publicação que viralizou nas redes sociais.

Em período pré-eleitoral, o ex-prefeito de Manaus, David Almeida (Avante), disse que entregou uma das melhores redes de Educação do Brasil, deixando as duas melhores escolas do Norte na cidade de Manaus.

A Semed não se pronunciou sobre porquê deixou a escola tão suja. O espaço segue aberto.

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