O delegado responsável pelo caso, Igor Sasaki, confirmou que as mortes foram ordenadas por facções criminosas, embora ainda não tenha sido identificado o motivo exato.
Durante a operação, a polícia apreendeu materiais como uma barra de ferro, uma pá, picareta, escavadeira e drogas, encontrados na casa onde as vítimas foram torturadas.
As investigações revelaram que as mortes foram transmitidas por videochamada para um preso investigado por encomendar o crime. Na terça-feira (18), a polícia cumpriu um mandado de busca e apreensão na Penitenciária Central do Estado (PCE), onde o detento estava detido.
Além do mandante, outras três pessoas foram presas, sendo uma jovem de 19 anos, uma mulher e um homem de 34 anos, autuados em flagrante por ocultação de cadáver.
Outro suspeito ainda segue foragido. A polícia continua apurando as circunstâncias do crime, incluindo as conexões entre os envolvidos e a facção criminosa responsável.
O delegado Sasaki acrescentou que havia mais de uma pessoa assistindo à videochamada da tortura e morte das vítimas, mas ainda não é possível afirmar se elas estavam diretamente envolvidas ou se eram apenas cúmplices do mandante.
A Polícia Civil segue investigando as motivações das mortes e apurando a participação de outros envolvidos.




