Cotidiano
Malévola Alves foi presa no Egito? Entenda o que aconteceu
A influenciadora Mariana Alves, conhecida nas redes sociais como Malévola Alves, foi presa no Egito com uma amiga após a divulgação de vídeos gravados em Alexandria. Nas imagens, as duas fazem gestos e insinuações sexuais, além de assediarem pessoas nas ruas.
Nesta terça-feira (20), o Ministério do Interior do Egito publicou uma nota em seu perfil oficial na rede social X. Segundo o órgão, os vídeos mostram as duas turistas fazendo gestos de conotação sexual e assediando pessoas em diferentes ruas e regiões do país.
Além disso, o ministério afirmou que Malévola e a amiga admitiram ter gravado e publicado os vídeos nas redes sociais para aumentar as visualizações.
Malévola Alves já havia sido presa em São Paulo
Em agosto de 2026, a polícia prendeu Malévola Alves em flagrante, em São Paulo, após uma briga em um camarote durante uma festa. Na ocasião, as autoridades registraram suspeitas de desacato e lesão corporal. Depois, a influenciadora deixou a prisão após pagar fiança.
A Secretaria da Segurança Pública (SSP) e a defesa confirmaram o episódio na época. Em seguida, Malévola comentou o caso em vídeos publicados nos stories do Instagram.
A influenciadora confirmou que houve uma confusão e disse que, como uma das mulheres envolvidas seria policial, “teve um rolo”.
Além disso, ela criticou a repercussão do episódio nas redes sociais.
“É tanta coisa que a gente vê nessa internet, gente. Nossa, estou com a garganta rouca. Fico chocada o quanto a internet é um telefone sem fio”, afirmou.
Defesa contestou versão sobre confusão
Na época, a defesa afirmou que Malévola e os amigos tinham autorização de um funcionário para permanecer no camarote. No entanto, segundo os advogados, outro trabalhador exigiu que o grupo deixasse o local de forma “agressiva e desrespeitosa”. A defesa aponta esse episódio como o início da confusão.
Ainda segundo os advogados, policiais civis intervieram e deram voz de prisão à influenciadora. A defesa alegou que ela tentou defender os amigos.
Os advogados também relataram que um dos envolvidos portava um distintivo e se apresentava como policial. Entretanto, segundo a defesa, ele não integrava os quadros da Polícia Civil. A ocorrência também incluiu suspeita de usurpação de função pública.
Já a SSP informou que um homem acabou detido por usurpação de função pública e também respondeu por lesão corporal.
Por fim, a defesa declarou que Malévola responderia ao procedimento em liberdade e colaboraria com a Justiça para esclarecer os fatos.
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