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	<title>desculpas Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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	<title>desculpas Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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		<title>Estado pede desculpas por desaparecimento de aluno da UnB na ditadura</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jul 2026 23:43:13 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Após quase 45 anos, o governo brasileiro emitiu um pedido público de desculpas pelo desaparecimento de Paulo de Tarso Celestino da Silva, ex-aluno de Direito da Universidade de Brasília (UnB), vítima da repressão da ditadura militar aos 27 anos. O pedido de desculpas foi feito durante cerimônia na UnB, com a participação de familiares e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Após quase 45 anos, o governo brasileiro emitiu um pedido público de desculpas pelo desaparecimento de Paulo de Tarso Celestino da Silva, ex-aluno de Direito da Universidade de Brasília (UnB), vítima da repressão da ditadura militar aos 27 anos. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Estado-pede-desculpas-por-desaparecimento-de-aluno-da-UnB-na.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>O pedido de desculpas foi feito durante cerimônia na UnB, com a participação de familiares e ex-colegas da vítima, da comunidade acadêmica e de membros da Comissão de Mortos e Desaparecidos na ditadura e da Comissão de Anistia. </p>
<p>O Ministério dos Direitos Humanos e Cidadania disse que o ato simbólico visa a promover uma reparação tanto a Paulo de Tarso Celestino e a sua família, diretamente lesada pela repressão, quanto uma reparação dirigida a toda a população brasileira.</p>
<p>Natural de Morrinhos (GO) e filho de Pedro Celestino da Silva, deputado federal cassado pelo AI-5, Paulo de Tarso concluiu o curso de Direito em 1969. Militante da Ação Libertadora Nacional (ALN), fez pós-graduação na Universidade de Sorbonne, na França.</p>
<p>O ex-estudante de Direito foi considerado morto pela Lei 9.140, de 1995, que reconhece a morte de pessoas detidas por agentes públicos durante a ditadura. </p>
<p>Informações do portal Memórias da Ditadura, mantido pelo Instituto Vladimir Herzog, com o objetivo de divulgar a História do Brasil no período da ditadura civil-militar (1964 a 1985), relatam que Paulo de Tarso desapareceu em 12 de julho de 1971, após ser capturado, juntamente com Heleny Ferreira Telles Guariba, no Rio de Janeiro, por agentes do DOI-CODI do I Exército.</p>
<p>O depoimento de outra ex-presa política, Inês Etienne Romeu, trouxe informações sobre o desaparecimento dos dois. Ela relatou que o ex-estudante foi levado para o centro clandestino mantido pelo Centro de Inteligência do Exército (CIE) em Petrópolis, a chamada “Casa da Morte”, onde passou por várias sessões de tortura. </p>
<p>No depoimento, Inês disse que Paulo de Tarso foi torturado por 48 horas pelos carcereiros “Dr. Roberto”, “Laecato”, “Dr. Guilherme”, “Dr. Teixeira”, “Zé Gomes” e “Camarão”. Ele foi colocado no pau-de-arara e obrigado a comer uma grande quantidade de sal, tendo suplicado água durante horas.</p>
<p>As investigações da Comissão da Verdade, da Comissão de Mortos e Desaparecidos, a partir de arquivos e relatos de agentes da ditadura, apontam que os corpos dos presos políticos executados na Casa da Morte eram esquartejados, para dificultar a eventual identificação dos restos mortais.</p>
<h2>Responsabilidade do Estado</h2>
<p>Durante a cerimônia, a ministra dos Direitos Humanos e Cidadania, Janine Melo, fez o pedido de desculpas oficial, no qual o Estado brasileiro reconhece a sua responsabilidade pelas graves violações de direitos humanos ocorridas durante a ditadura.</p>
<p>Janine afirmou ainda que o momento serve para que o país possa ter acesso à história vivida por Paulo de Tarso e outras vítimas da ditadura militar.</p>
<p>“O seu desaparecimento [de Paulo de Tarso] representa uma das faces mais cruéis da violência praticada pelo Estado durante a ditadura militar. A ausência de respostas sobre o seu destino ainda impede a sua família de exercer plenamente o seu direito ao luto e desafia toda a sociedade brasileira na busca pela verdade e pela memória”, disse.</p>
<p>Também egressa da UnB, do curso de Ciência Política, a ministra frisou que o ato integra uma série de ações públicas conduzidas pela pasta, voltadas à reparação simbólica das vítimas da ditadura e ao fortalecimento das políticas de memória e verdade no país.</p>
<p>“O fim da ditadura militar não significou o fim dos seus efeitos. As marcas da violência de Estado, as ausências jamais reparadas e as estruturas que permitiram graves violações de direitos humanos não desapareceram com a redemocratização. Esses traumas atravessaram gerações e ainda desafiam o Brasil em seu processo de reconciliação com a própria história”, continuou.</p>
<p>A reitora da UnB, Rozana Naves, lembrou das agressões sofridas pelas universidades durante a ditadura e disse que a memória de Paulo de Tarso representa a defesa da liberdade de pensamento, a autonomia universitária e a luta contra o autoritarismo.</p>
<p>Rozana disse ainda que a defesa da liberdade acadêmica, do pensamento crítico, da organização estudantil e da produção científica comprometida com o Brasil são um legado de gerações que compreenderam a educação como força essencial da construção democrática nacional.</p>
<p>“Estar aqui hoje é reconhecer uma ausência, mas também reconhecer uma presença. A ausência de uma vida interrompida pela violência de Estado. A presença de uma memória que segue nos convocando para defender com coragem aquilo que sustenta uma universidade pública: liberdade, pensamento crítico, justiça, democracia e compromisso com o país. As lutas do passado seguem presentes nas condições que temos hoje para ensinar, pesquisar, discordar, criar a participar da vida pública”, disse.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-07/estado-pede-desculpas-por-desaparecimento-de-aluno-da-unb-na-ditadura" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Ditadura: Estado pede desculpas a indígenas avá-canoeiro por abusos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jul 2026 20:09:07 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Estado brasileiro pediu desculpas oficiais ao povo indígena avá-canoeiro do Araguaia pelas atrocidades que a etnia sofreu durante a ditadura militar (1964-1985). O reconhecimento das graves violações aos direitos do grupo hoje reduzido a menos de 40 pessoas ocorreu nesta quinta-feira (2). Durante sessão plenária, a Comissão de Anistia do Ministério dos Direitos Humanos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Estado brasileiro pediu desculpas oficiais ao povo indígena avá-canoeiro do Araguaia pelas atrocidades que a etnia sofreu durante a ditadura militar (1964-1985). O reconhecimento das graves violações aos direitos do grupo hoje reduzido a menos de 40 pessoas ocorreu nesta quinta-feira (2).<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Ditadura-Estado-pede-desculpas-a-indigenas-ava-canoeiro-por-abusos.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Durante sessão plenária, a Comissão de Anistia do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania declarou os Âwa – como também são conhecidos – anistiados políticos coletivos.</p>
<p>“Em nome do estado brasileiro, [a Comissão de Anistia] lhes pede desculpas por todas as atrocidades que lhes causou o estado ditatorial. Ao mesmo tempo, lhes agradece pela luta e pela resistência, por sua sobrevivência”, declarou a presidenta da comissão, a procuradora federal aposentada Ana Maria Lima de Oliveira.</p>
<p>“A luta de vocês não foi em vão”, acrescentou Ana Maria, dirigindo-se aos representantes dos avá-canoeiro que viajaram a Brasília (DF) e acompanharam a sessão presencialmente.</p>
<h2>Reconhecimento</h2>
<p>A anistia política coletiva é o reconhecimento oficial de que agentes do próprio Estado perseguiram e violaram direitos de grupos, comunidades e movimentos sociais, por motivação exclusivamente política, durante o período ditatorial.</p>
<p>Segundo o Ministério dos Direitos Humanos, a medida visa a preservar a memória histórica, garantir a justiça reparativa e reafirmar o compromisso nacional com a democracia e a promoção dos direitos humanos.</p>
<p>Desde 2023, quando a reparação coletiva foi incluída no regimento da Comissão de Anistia, o colegiado já apreciou sete casos de comunidades perseguidas:</p>
<ul>
<li>indígenas krenak; </li>
<li>guarani-kaiowá;</li>
<li>kaiowá da Terra Indígena Sucurui&#8217;y (em MS); </li>
<li>imigrantes japoneses e seus descendentes &#8211; perseguidos durante a Segunda Guerra Mundial (1939-1945); </li>
<li>Associação da Comunidade Tradicional dos Camponeses de Pedra Lisa e Adjacências; </li>
<li>Federação das Associações de Favelas do Estado do Rio de Janeiro;</li>
<li>missão diplomática chinesa.<br /> </li>
</ul>
<h2>Relatório</h2>
<p>Em seu voto, o relator do pedido de anistia coletivo aos avá-canoeiro do Araguaia, o conselheiro Manoel Severino Moraes de Almeida, cita documentos da própria Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai). </p>
<p>Segundo ele, os arquivos mostram que, entre as décadas de 1940 e 1960, a comunidade foi alvo da ação de fazendeiros que viam a presença indígena como um “incômodo” à expansão agropecuária no então estado de Goiás.</p>
<p>O conselheiro conta que após a sucessão de massacres promovidos por proprietários rurais, a Funai criou, em 1971, uma nova frente de atração indígena, com o objetivo de capturar e pacificar o povo avá.</p>
<p>“A atuação estatal, em vez de protegê-los, teria empregado técnicas voltadas à captura; à exposição pública depreciativa, vigilância e remoção compulsória, tornando-os mais vulneráveis.”</p>
<p>Almeida acrescentou que, na Ilha do Bananal (TO), os avá-canoeiro foram obrigados a conviver, em situação de minoria, com os javaé, em seus rivais históricos.</p>
<p>“Este episódio lançou os avás à condição permanente de cativos de seus inimigos, passando a viver em situação de subordinação e exclusão social, política, econômica e cultural, com impactos persistentes sobre sua organização coletiva e seu modo de vida”, completou o relator, que acolheu recomendações do Ministério Público Federal (MPF), como a conclusão do processo de retirada dos não indígenas da Terra Indígena Taego Ãwa.</p>
<p>Localizada na região do médio curso do Rio Araguaia, no Tocantins, foi reconhecida como de ocupação tradicional avá-canoeiro em 2016. A área tem cerca de 29 mil hectares (cada hectare corresponde, aproximadamente, às medidas de um campo de futebol oficial).</p>
<h2>Comoção</h2>
<p>Presidenta da Associação do Povo Ãwa, Kamutaja Silva Ãwa classificou a decisão da comissão de “histórica”. Tentando conter as lágrimas, ela descreveu sua infância para ilustrar as consequências da privação e do preconceito que seu povo enfrenta há décadas.</p>
<p>“Nascer e crescer fora de nosso território não foi fácil. Como não foi fácil os âwa terem que se alimentar com restos de comida. Não foi fácil ser discriminada por viver no território de nossos inimigos históricos; ser uma estudante em uma escola de brancos e ser discriminada por ser indígena.”</p>
<p>Filha da matriarca idosa Kawkamy Ãwa, Kamutaja destacou o sofrimento transgeracional que atinge as poucas famílias sobreviventes.</p>
<p>“Não é fácil olhar para a minha mãe e saber que ela carrega um sofrimento psicológico muito grande por ter sido privada de ser criança e ter a infância que todo mundo merece. Não é fácil saber que o corpo da minha mãe foi vítima de violências.&#8221;</p>
<p>Embora reconheça que o pedido de desculpas do Estado brasileiro represente um avanço institucional, Kamutaja ressaltou que a sobrevivência dos avá-canoeiro – hoje reduzidos a menos de 40 pessoas, a maioria crianças e jovens – segue ameaçada pelas barreiras burocráticas do próprio Estado.</p>
<p>&#8220;Temos buscado acesso às políticas públicas, o que não é fácil. Todas as vezes, somos barrados pela burocracia. Solicitamos atendimento e nos dizem que é preciso ter um certo número de pessoas, sendo que o nosso povo é o menor do Tocantins. O povo Âwa passou por todo este sofrimento e ainda passa.&#8221;<br /> </p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-07/ditadura-estado-pede-desculpas-indigenas-ava-canoeiro-por-abusos" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Flávio pede desculpas à Michelle e diz que jamais atacou mulheres</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/politica/flavio-pede-desculpas-a-michelle-e-diz-que-jamais-atacou-mulheres/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 14:10:24 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O senador Flávio Bolsonaro pediu desculpas para a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro e afirmou que não queria ofender a esposa do ex-presidente Jair Bolsonaro, que nesta quarta-feira (24) postou vídeo dizendo que foi humilhada pelo enteado. “Em nenhum momento ofendi ou tive a intenção de ofender a Michelle. Se o fiz em algum momento, mais uma [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">O senador Flávio Bolsonaro pediu desculpas para a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro e afirmou que não queria ofender a esposa do ex-presidente Jair Bolsonaro, que nesta quarta-feira (24) postou vídeo dizendo que foi humilhada pelo enteado.</p>
<p class="wp-block-paragraph">“Em nenhum momento ofendi ou tive a intenção de ofender a Michelle. Se o fiz em algum momento, mais uma vez, peço desculpas. Tenho por ela respeito e reconhecimento pelo trabalho no PL Mulher, pelo cuidado com meu pai e por tudo o que representa para o Brasil”, escreveu.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Após a repercussão do vídeo, Michelle disse que não há briga, mas que apenas quer repor a verdade. No Amazonas, a empresária Maria do Carmo Seffair se posicionou a favor dela.</p>
<p class="wp-block-paragraph">“Hoje pela manhã, eu mesmo fiz questão de ligar para Michelle e convidá-la, pessoalmente. Fiz mais um gesto não correspondido. Não atendeu. Deixei mensagem. Também não retornou. Para minha surpresa, na tarde de hoje ela publicou o vídeo”, declarou.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Resta saber como será o posicionamento do partido. A bola está com Waldemar Costa Neto. </p>
<p class="wp-block-paragraph">LEIA MAIS: Vídeo de Michelle contra Flávio Bolsonaro coloca direita do Amazonas contra a parede</p>
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		<title>Brasil pede desculpas por discursos de ódio contra Dom e Bruno</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/brasil-pede-desculpas-por-discursos-de-odio-contra-dom-e-bruno/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Jun 2026 02:03:03 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O governo do Brasil fez nesta quinta-feira (11) um pedido de desculpas pelos discursos difamatórios e de ódio proferidos contra o jornalista Dom Phillips e o indigenista Bruno Pereira no contexto de seu desaparecimento e assassinato, em 2022.  A retratação foi apresentada pelo ministro da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (Secom/PR), Sidônio Palmeira, em nome [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O governo do Brasil fez nesta quinta-feira (11) um pedido de desculpas pelos discursos difamatórios e de ódio proferidos contra o jornalista Dom Phillips e o indigenista Bruno Pereira no contexto de seu desaparecimento e assassinato, em 2022. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Brasil-pede-desculpas-por-discursos-de-odio-contra-Dom-e.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>A retratação foi apresentada pelo ministro da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (Secom/PR), Sidônio Palmeira, em nome do Estado Brasileiro, às famílias dos dois defensores dos direitos indígenas durante a premiação do Concurso Dom Phillips e Bruno Pereira de Jornalismo e Comunicação. </p>
<p>O pedido de desculpas faz parte do compromisso assumido pelo Brasil junto à Comissão Interamericana de Direitos Humanos, da Organização dos Estados Americanos (OEA).</p>
<p>&#8220;Dom Phillips e a Bruno Pereira realizavam um trabalho fundamental no Vale do Javari. O governo do Brasil trabalha para honrar esse esforço &#8211; ao combater o crime organizado na Amazônia e ao proteger defensores de direitos humanos, comunicadores e ambientalistas. Por isso, temos a tranquilidade e legitimidade de pedir desculpas pelos discursos difamatórios e de ódio que foram proferidos contra ambos no contexto do seu desaparecimento e morte em 2022&#8221;, disse o ministro. </p>
<p>O ministro destacou que Bruno e Dom &#8220;são exemplos de trabalho pelo povo brasileiro, de enfrentamento aos privilégios, às desigualdades e ao crime organizado, suas ramificações nas instituições e ligação com os poderosos&#8221;.</p>
<p>&#8220;Ninguém que esteja nessa agenda terá uma vida tranquila. E há gente disposta a colocar a vida em risco para impedir a exploração ilegal do país. Nosso papel é honrar essas pessoas e trabalhar pela sustentabilidade, dignidade, justiça e prosperidade compartilhada do povo do Brasil, em sua diversidade&#8221;, afirmou.</p>
<h2>Entenda</h2>
<p>Bruno e Dom foram mortos no dia 5 de junho de 2022, vítimas de uma emboscada, enquanto viajavam de barco pela região do Vale do Javari, no Amazonas, região que abriga a Terra Indígena Vale do Javari, a segunda maior do país, com mais de 8,5 milhões de hectares.</p>
<p>A dupla foi vista pela última vez enquanto se deslocava da comunidade São Rafael para a cidade de Atalaia do Norte (AM), onde se reuniria com lideranças indígenas e de comunidades ribeirinhas. Seus corpos foram resgatados dez dias depois. Eles estavam enterrados em uma área de mata fechada, a cerca de 3 quilômetros da calha do Rio Itacoaí.</p>
<p>Colaborador do jornal britânico<em> The Guardian</em>, Dom se dedicava à cobertura jornalística ambiental – incluindo os conflitos fundiários e a situação dos povos indígenas – e preparava um livro sobre a Amazônia.</p>
<p>Bruno Pereira já tinha ocupado a Coordenação-Geral de Índios Isolados e Recém Contatados da Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai) antes de se licenciar do órgão, sem vencimentos, e passar a trabalhar para a União dos Povos Indígenas do Vale do Javari (Univaja). Por sua atuação em defesa das comunidades indígenas e da preservação do meio ambiente, recebeu diversas ameaças de morte.</p>
<p>De acordo com a denúncia do Ministério Público, Bruno e Dom foram mortos por contrariar os interesses da pesca ilegal na região, ao promoverem a educação ambiental em comunidades indígenas. </p>
<p>Em julho do ano passado, a Justiça Federal no Amazonas aceitou a denúncia do Ministério Público Federal (MPF) e tornou réu Rubén Dario Villar, conhecido como Colômbia, apontado como mandante das mortes e suspeito de chefiar uma quadrilha de pesca ilegal atuante no Vale do Javari.</p>
<h2>Concurso </h2>
<p>O podcast <em>Crianças Sabidas – Série Trilhinhas Amazônicas</em>, da Radioagência Nacional, ficou em terceiro lugar na categoria Iniciativa de educação midiática envolvendo a proteção do meio ambiente, povos indígenas ou comunidades tradicionais, do Concurso Dom Phillips e Bruno Pereira de Jornalismo e Comunicação em Defesa do Meio Ambiente e Direito dos Povos Indígenas e Comunidades Tradicionais.</p>
<p>A fotojornalista da Agência Brasil, Tânia Rêgo, recebeu menção honrosa pelo conjunto das imagens da reportagem <em>Áreas de retomada guarani em MS enfrentam dificuldades e violência,</em> publicada em setembro de 2024.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-06/brasil-pede-desculpas-por-discursos-de-odio-contra-dom-e-bruno" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/brasil-pede-desculpas-por-discursos-de-odio-contra-dom-e-bruno/">Brasil pede desculpas por discursos de ódio contra Dom e Bruno</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
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		<title>Nattan faz show bêbado, pede desculpas e promete nova apresentação gratuita em Maracanaú</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 14:35:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[apresentação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O cantor Nattan virou alvo de críticas após se apresentar na abertura do São João de Maracanaú, na Região Metropolitana de Fortaleza, na última sexta-feira (29). Nas redes sociais, parte do público apontou que o artista aparentava estar embriagado durante o show. Vídeos que circulam na internet mostram momentos da apresentação. Segundo relatos de espectadores, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">O cantor Nattan virou alvo de críticas após se apresentar na abertura do São João de Maracanaú, na Região Metropolitana de Fortaleza, na última sexta-feira (29). Nas redes sociais, parte do público apontou que o artista aparentava estar embriagado durante o show.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Vídeos que circulam na internet mostram momentos da apresentação. Segundo relatos de espectadores, Nattan teria perdido o controle em alguns trechos do espetáculo e chegou a repetir a música “Na Casa da Vizinha”.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Assista ao vídeo e veja o momento que gerou repercussão entre os fãs.</p>
<p lang="pt" dir="ltr">Nattan faz show bêbado no Ceará, é alvo de críticas e se retrata publicamente. pic.twitter.com/FRQdefBz0u</p>
<p>— Portal Em Tempo (@portalemtempo) June 1, 2026 </p>
<h3 class="wp-block-heading">Nattan pede desculpas</h3>
<p class="wp-block-paragraph">Após a repercussão, o cantor usou as redes sociais para se desculpar com o público. Segundo ele, o excesso ocorreu porque começou a consumir bebidas alcoólicas ainda no camarim, empolgado com a apresentação.</p>
<p class="wp-block-paragraph">“Acho que me emocionei demais e não fiz um show legal. Não foi um show bom como vocês costumam ver”, afirmou.</p>
<h3 class="wp-block-heading">Novo show gratuito</h3>
<p class="wp-block-paragraph">Além do pedido de desculpas, Nattan anunciou uma nova apresentação gratuita em Maracanaú. O cantor informou que retornará à cidade durante o período dos festejos juninos, mas ainda não divulgou a data do evento.</p>
<p lang="pt" dir="ltr">Nattan se desculpa por show em Maracanaú e anuncia nova data pic.twitter.com/mLC0VGKmPW</p>
<p>— Portal Em Tempo (@portalemtempo) June 1, 2026 </p>
<p class="wp-block-paragraph">Leia mais: </p>
<p class="wp-block-paragraph">Rafa Kalimann diz que induziu parto para garantir presença de Nattan no nascimento da filha</p>
<p>                    <script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
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