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	<title>evitar Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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	<title>evitar Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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		<title>Campanha contra o sarampo visa evitar casos importados durante a Copa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Apr 2026 19:06:50 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Para evitar que as viagens de brasileiros para os jogos da Copa do Mundo se tornem uma brecha para a reintrodução do sarampo no Brasil, o Ministério da Saúde lançou nesta quarta-feira (29) a campanha Vacinar é muito Brasil. A ação convoca todos os viajantes a atualizarem suas cadernetas antes do embarque para os três países que vão receber [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Para evitar que as viagens de brasileiros para os jogos da Copa do Mundo se tornem uma brecha para a reintrodução do sarampo no Brasil, o Ministério da Saúde lançou nesta quarta-feira (29) a campanha <em>Vacinar é muito Brasil. </em><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Campanha-contra-o-sarampo-visa-evitar-casos-importados-durante-a.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>A ação convoca todos os viajantes a atualizarem suas cadernetas antes do embarque para os três países que vão receber a competição, Estados Unidos, Canadá e México. Juntos, os territórios concentram 67% dos casos de sarampo registrados nas Américas nos últimos anos.</p>
<p>Em 2026, até o dia 11 de abril foram confirmadas cerca de 17 mil infecções nas Américas, sendo mais de 10 mil no México, 1792 nos Estados Unidos e 907 no Canadá. Outro país em surto é a Guatemala.</p>
<p>O Brasil mantém o status de país livre da doença, reconquistado em 2024, apesar de casos esporádicos registrados. Este ano, 3 infecções foram confirmadas: uma bebê do estado de São Paulo contaminada na Bolívia; um homem da Guatemala, que apresentou sintomas também em São Paulo; e uma jovem do Rio de Janeiro, que trabalha em um hotel com grande trânsito de turistas internacionais. </p>
<p>Durante o lançamento da campanha, na sede do projeto social Gol de Letra, no Rio de Janeiro, o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, esclareceu que o foco é nos viajantes internacionais neste momento, considerando o risco que os surtos em outros países representam. </p>
<p>&#8220;Primeiro esse público que está indo para Copa, porque são os três países que têm explosão de casos de sarampo no continente americano&#8221;, ressaltou.</p>
<p>&#8220;E aqui no Brasil a gente está fazendo uma campanha muito intensa com todo mundo que tem contato com turista, trabalhadores de hotel, trabalhadores de restaurantes, de táxi, de transporte coletivo. Para continuar com a nossa defesa firme&#8221;, completou. </p>
<h2>Imunização</h2>
<p>O imunizante contra o sarampo é a vacina tríplice viral, que previne também a caxumba e a rubéola. No caso de quem vai viajar, o ideal é tomar a vacina pelo menos 15 dias antes do embarque, para garantir a chegada com o máximo de proteção. </p>
<p>Há duas semanas, o ministério instituiu outras adaptações para garantir a proteção desse público. Os bebês de 6 meses a 11 meses devem receber a chamada &#8220;dose zero&#8221;, uma vacina extra antes da idade normal de imunização. Já pessoas entre 12 meses e 29 anos devem receber duas doses, com intervalo de um mês entre elas. </p>
<p>Adultos de 30 a 59 anos só precisam de uma dose. Os idosos normalmente não recebem a vacina, porque provavelmente já tiveram contato com o vírus selvagem ao longo da vida e desenvolveram imunidade. Mas podem ter acesso se forem viajar para as áreas de risco e estejam bem de saúde. </p>
<p>Apesar da preocupação especial com os viajantes, o ministro da Saúde salientou que todas as pessoas de 1 a 59 anos que não tiverem comprovante de vacinação devem procurar uma unidade de saúde. &#8220;O sarampo é o vírus que mais transmite entre os seres humanos. A vacina é para todos os brasileiros&#8221;, ressaltou. </p>
<p>Padilha também reforçou a segurança do imunizante produzido pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).</p>
<p>&#8220;Eu sou médico infectologista e sou pai de uma criança de 11 anos anos de idade. Eu não vacinaria minha filha se eu não tivesse confiança na qualidade, na segurança e na importância da vacina contra o sarampo e de todas as vacinas que estão no SUS. Nós estamos vencendo o jogo contra o negacionismo e derrotando a turma da antivacina&#8221;.</p>
<p>O ministro da Saúde também lembrou que o Brasil já havia se tornado área livre da doença em 2016, mas perdeu o certificado de área livre em 2019, após novos surtos que começaram com casos importados. </p>
<p>&#8220;Porque começou a ter campanha contra a vacina, teve corte nos investimentos na área da saúde, redução das coberturas vacinais, e só recuperamos em 2023. O sarampo é uma doença que pode progredir como uma espécie de pneumonia e gerar internação e óbito, como nós tivemos quando voltou a ter surto no Brasil&#8221;, alertou.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-04/campanha-contra-o-sarampo-visa-evitar-casos-importados-durante-copa" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>STF debate valor do mínimo existencial para evitar superendividamento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Apr 2026 21:56:33 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Supremo Tribunal Federal (STF) suspendeu nesta quarta-feira (22) o julgamento que pode determinar a atualização anual do valor do chamado mínimo existencial, para evitar o superendividamento da população.  A Corte julga a constitucionalidade de decretos que regulamentaram a Lei 14.181 de 2021, conhecida como Lei do Superendividamento.  As normas definiram o conceito de mínimo [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Supremo Tribunal Federal (STF) suspendeu nesta quarta-feira (22) o julgamento que pode determinar a atualização anual do valor do chamado mínimo existencial, para evitar o superendividamento da população. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/STF-debate-valor-do-minimo-existencial-para-evitar-superendividamento.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>A Corte julga a constitucionalidade de decretos que regulamentaram a Lei 14.181 de 2021, conhecida como Lei do Superendividamento. </p>
<p>As normas definiram o conceito de mínimo existencial para proteger o consumidor e evitar a concessão de empréstimos que comprometam toda a renda mensal com o pagamento de dívidas. </p>
<p>Em 2022, um decreto ex-presidente Jair Bolsonaro fixou o mínimo existencial em R$ 303, equivalente a 25% do salário mínimo vigente na época. Em 2023, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva corrigiu o mínimo para R$ 600, valor que está em vigor. </p>
<p>Após a edição dos decretos, a Associação Nacional dos Membros do Ministério Público (Conamp) e a Associação Nacional dos Defensores Públicos (Anadep) entraram com ações na Corte. As entidades questionaram o valor mínimo fixado nos decretos e alegaram que o valor é insuficiente para garantir condições básicas de dignidade. </p>
<p>Até o momento, o Supremo tem maioria de votos para determinar que o Conselho Monetário Nacional (CMN) deverá propor estudos para atualização anual do valor do mínimo.</p>
<p>Contudo, os ministros decidiram suspender a proclamação do resultado do julgamento para aguardar o voto do ministro Nunes Marques, que não participou da sessão. </p>
<p>A data para retomada do julgamento ainda não foi definida. </p>
<h2>Bets</h2>
<p>O julgamento começou em dezembro do ano passado e foi suspenso por um pedido de vista feito pelo ministro Alexandre de Moraes.</p>
<p>Na sessão desta quarta-feira (22), Moraes disse que o superendividamento cresceu em virtude da regulamentação dos jogos eletrônicos, conhecidos como bets.</p>
<p>“O percentual de famílias endividadas subiu ao patamar de quase 78%. Um quarto dos brasileiros não conseguem pagar suas dívidas nos prazos e entram nos juros rotativos”, afirmou.</p>
<p>Luiz Fux também afirmou que as bets representam o maior meio de endividamento da população.</p>
<p>“As pessoas gastam o dinheiro do consumo e do mínimo existencial em bets. É um problema emergencial”, disse.</p>
<p>O relator do caso, ministro André Mendonça, afirmou que o valor do mínimo existencial poderia ser superior. Contudo, segundo o ministro, o aumento poderá restringir o acesso ao crédito.</p>
<p>&#8220;Se nós elevássemos por decisão judicial ou ao menos tivesse uma regulamentação específica, atribuindo o valor de um salário mínimo, nós retiraríamos do mercado de crédito uma gama de 32 milhões de cidadãos&#8221;, comentou. </p>
<p>Flávio Dino defendeu o consumo saudável e disse que o acesso das famílias ao crédito é um direito fundamental.</p>
<p>“Sem crédito não existe consumo, e o consumo é o elemento necessário para a dignidade humana. O consumismo, não. O consumismo é a negação da dignidade da pessoa humana, fruto de manipulações perversas, que conduzem a desastres familiares&#8221;, completou. </p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2026-04/stf-debate-valor-do-minimo-existencial-para-evitar-superendividamento" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Defesa de Zambelli apresenta recurso na Itália para evitar extradição</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/defesa-de-zambelli-apresenta-recurso-na-italia-para-evitar-extradicao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Apr 2026 20:04:32 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A defesa da ex-deputada federal Carla Zambelli informou nesta sexta-feira (10) que apresentou recurso à Corte de Cassação da Itália para derrubar a decisão que autorizou a extradição dela para o Brasil. No mês passado, a Corte de Apelação aceitou extraditá-la, mas a decisão não foi definitiva porque cabe recurso. De acordo com o advogado Fábio [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A defesa da ex-deputada federal Carla Zambelli informou nesta sexta-feira (10) que apresentou recurso à Corte de Cassação da Itália para derrubar a decisão que autorizou a extradição dela para o Brasil.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Defesa-de-Zambelli-apresenta-recurso-na-Italia-para-evitar-extradicao.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>No mês passado, a Corte de Apelação aceitou extraditá-la, mas a decisão não foi definitiva porque cabe recurso.</p>
<p>De acordo com o advogado Fábio Pagnozzi, foram feitos questionamentos sobre irregularidades processuais, as condições do sistema carcerário brasileiro e críticas à atuação do ministro Alexandre de Moraes na condução do processo que condenou Zambelli.</p>
<p>“Desde o início, apontamos falhas no processo, tanto na ausência de correspondência do crime de hackeragem na legislação italiana quanto na forma como o pedido de extradição foi formalizado”, disse a defesa.</p>
<p>A Corte de Cassação é a última instância do judiciário italiano. A análise do caso pode durar até seis meses.</p>
<p>Se a extradição for mantida pelo tribunal, a palavra final sobre o retorno de Zambelli ao Brasil será do Ministério da Justiça da Itália.</p>
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<h2>Fuga</h2>
<p>Em julho do ano passado, Carla Zambelli foi presa em Roma, capital da Itália, onde tentava escapar do cumprimento de um mandado de prisão emitido pelo ministro Alexandre de Moraes.</p>
<p>Por ter dupla cidadania, Zambelli deixou o Brasil em busca de asilo político em terras italianas após ser condenada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) a 10 anos de prisão pela invasão ao sistema eletrônico do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), ocorrido em 2023.</p>
<p>De acordo com as investigações, Zambelli foi a autora intelectual da invasão para emissão de um mandato falso de prisão contra Alexandre de Moraes. Segundo as investigações, o hackeamento foi executado por Walter Delgatti, que também foi condenado e confirmou ter realizado o trabalho a mando da parlamentar.</p>
<p>Após a fuga para a Itália, o governo brasileiro solicitou a extradição da ex-deputada para o Brasil. </p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2026-04/defesa-de-zambelli-apresenta-recurso-na-italia-para-evitar-extradicao" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Anvisa aprova tratamento para evitar sangramentos em hemofílicos</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/anvisa-aprova-tratamento-para-evitar-sangramentos-em-hemofilicos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Mar 2026 19:31:38 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou o registro de um novo medicamento para o tratamento de hemofilia no Brasil. Indicado para pacientes a partir de 12 anos, o QFITLIA® (fitusirana sódica), da empresa Sanofi Medley, poderá ser usado para prevenir ou reduzir episódios de sangramento em pacientes com hemofilia A ou B, com ou [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou o registro de um novo medicamento para o tratamento de hemofilia no Brasil. Indicado para pacientes a partir de 12 anos, o QFITLIA® (fitusirana sódica), da empresa Sanofi Medley, poderá ser usado para prevenir ou reduzir episódios de sangramento em pacientes com hemofilia A ou B, com ou sem inibidores dos fatores de coagulação VIII ou IX.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Anvisa-aprova-tratamento-para-evitar-sangramentos-em-hemofilicos.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Dados do <em>Perfil de Coagulopatias</em>, publicado pelo Ministério da Saúde em 2024, apontam que o Brasil tem 14.202 pacientes diagnosticados com hemofilia. Destes, 11.863 apresentam hemofilia A e 2.339 têm hemofilia B.</p>
<p>Segundo a Anvisa, o medicamento teve prioridade na análise porque a hemofilia é considerada uma doença rara, resultado de uma condição genética que afeta a capacidade do corpo de estancar sangramentos. Devido à ligação com o cromossomo X, a hemofilia se manifesta quase exclusivamente em homens.</p>
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<h2>Hemofilia</h2>
<p>A doença ocorre pela deficiência de proteínas essenciais no sangue, conhecidas como fatores de coagulação: enquanto o tipo A (falta do fator VIII) é o mais comum, o tipo B (falta do fator IX) atinge uma parcela menor da população. Sem a produção adequada de trombina, enzima fundamental para a cicatrização de feridas, o organismo não consegue formar coágulos eficazes, o que pode gerar episódios hemorrágicos persistentes.</p>
<p>A gravidade da doença varia conforme o nível de atividade desses fatores no sangue. Pessoas com quadros graves podem sofrer hemorragias espontâneas, enquanto nos casos leves, os sangramentos surgem geralmente após traumas ou cirurgias.</p>
<p>“O maior desafio clínico reside nas articulações e músculos, locais onde as hemorragias são mais frequentes, embora qualquer órgão possa ser comprometido. O diagnóstico precoce e o monitoramento constante são fundamentais para evitar danos crônicos e garantir a qualidade de vida dos pacientes”, explica a Anvisa.</p>
<p>Para a presidente da Federação Brasileira de Hemofilia (FBH), Tania Maria Onzi Pietrobelli, a fitusirana sódica, aguardada há tempos pela comunidade de hemofilia, trará mais qualidade de vida tanto para pacientes como para familiares, já que é uma forma menos invasiva, por ser de aplicação subcutânea e de longa duração, diferente de aplicações frequentes e endovenosas.</p>
<p>Os protocolos atuais exigem infusões de três a quatro vezes por semana. Com a fitusirana sódica, a frequência é de uma dose a cada dois meses.</p>
<p>“Como a hemofilia é uma condição crônica, isso limita a qualidade de vida dos pacientes e familiares. Com essa nova tecnologia as pessoas poderão viver sem focar na doença, tendo o direito de viver plenamente&#8221;, ressaltou a presidente da FBH.</p>
<p>Tânia Maria diz que o resultado da aprovação do medicamento no Brasil é uma maior autonomia para pacientes e familiares, e também melhora no fluxo de pacientes no sistema de saúde, melhorando a logística e diminuindo a sobrecarga nos centros de tratamento de hemofilia, &#8220;permitindo assim um tratamento e atendimento personalizado”.</p>
<p>A presidente da Associação Brasileira de Pessoas com Hemofilia, Mariana Battazza, destacou que o uso da fitusirana sódica não permite que os pacientes tenham melhor adesão ao tratamento, assegurando um melhor resultado.</p>
<p>“Atualmente, o que percebemos em nossa pesquisa <em>Jornada dos pacientes com hemofilia A e B no Brasil</em> é que o desfecho dos tratamentos com fator de coagulação são piores do que o imaginado porque as barreiras de adesão ao tratamento são muito grandes”, destaca.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-03/anvisa-aprova-tratamento-para-evitar-sangramentos-em-hemofilicos" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/anvisa-aprova-tratamento-para-evitar-sangramentos-em-hemofilicos/">Anvisa aprova tratamento para evitar sangramentos em hemofílicos</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
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		<title>Brasil registra 88 casos de Mpox em 2026; saiba como evitar a doença</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/brasil-registra-88-casos-de-mpox-em-2026-saiba-como-evitar-a-doenca/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Feb 2026 17:30:14 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Brasil registrou 88 casos confirmados do vírus Mpox, com a maioria sendo no estado de São Paulo, que desde janeiro contabiliza 62 casos. Os outros registros aparecem no Rio de Janeiro (15), em Rondônia (4), em Minas Gerais (3), no Rio Grande do Sul (2), no Paraná (1) e no Distrito Federal (1). Os [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Brasil registrou 88 casos confirmados do vírus Mpox, com a maioria sendo no estado de São Paulo, que desde janeiro contabiliza 62 casos. Os outros registros aparecem no Rio de Janeiro (15), em Rondônia (4), em Minas Gerais (3), no Rio Grande do Sul (2), no Paraná (1) e no Distrito Federal (1). Os quadros leves a moderados predominam e não há óbitos. Em 2025, foram registrados no país 1.079 casos e 2 óbitos. Os dados são do Ministério da Saúde. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Brasil-registra-88-casos-de-Mpox-em-2026-saiba-como.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<h2>O que é Mpox e quais são os sintomas?</h2>
<p>Causada pelo vírus Monkeypox, a doença tem seu contágio por meio de contato pessoal próximo com lesões na pele, fluidos corporais, sangue ou mucosas de pessoas infectadas. O sintoma mais comum da doença é a erupção na pele, semelhante a bolhas ou feridas, que pode durar de duas a quatro semanas. O quadro pode incluir febre, dor de cabeça, dores musculares, dores nas costas, apatia e gânglios inchados. A erupção cutânea pode afetar o rosto, as palmas das mãos, as solas dos pés, a virilha, as regiões genitais e/ou anal.</p>
<h2>Como a Mpox é transmitida?</h2>
<p>O vírus se espalha de pessoa para pessoa por meio do contato próximo com alguém infectado, incluindo falar ou respirar próximos uns dos outros, o que pode gerar gotículas ou aerossóis de curto alcance; contato pele com pele, como toque ou sexo vaginal/anal; contato boca com boca; ou contato boca e pele, como no sexo oral ou mesmo o beijo na pele.</p>
<p>O compartilhamento de objetos recentemente contaminados com fluidos ou materiais de lesões infectantes também podem transmitir a doença. </p>
<h2>Em quanto tempo a doença se manifesta?</h2>
<p>O intervalo de tempo entre o primeiro contato com o vírus até o início dos sinais e sintomas da Mpox (período de incubação) é tipicamente de 3 a 16 dias, mas pode chegar a 21 dias.</p>
<p>Ao notar os sintomas, é preciso procurar uma unidade de saúde para fazer o exame laboratorial, que é a única forma de confirmação. O diagnóstico complementar deve ser realizado considerando as seguintes doenças: varicela zoster, herpes zoster, herpes simples, infecções bacterianas da pele, infecção gonocócica disseminada, sífilis primária ou secundária, cancróide, linfogranuloma venéreo, granuloma inguinal, molusco contagioso, reação alérgica e quaisquer outras causas de erupção cutânea papular ou vesicular.</p>
<p>“Pessoas com suspeita ou confirmação da doença devem cumprir isolamento imediato, não compartilhar objetos e material de uso pessoal, tais como toalhas, roupas, lençóis, escovas de dente, talheres, até o término do período de transmissão”, orienta o Ministério da Saúde.</p>
<h2>Qual é o tratamento?</h2>
<p>O tratamento consiste no alívio dos sintomas, na prevenção, no manejo das complicações e em evitar sequelas. A maioria dos casos apresenta sinais e sintomas leves e moderados. Não há medicamento aprovado especificamente para Mpox.</p>
<p>A prevenção consiste em evitar contato direto com pessoas com suspeita ou confirmação da doença. Caso seja necessário ter contato, a recomendação é a de utilizar luvas, máscaras, avental e óculos de proteção.</p>
<p>Também é recomendado lavar as mãos com água e sabão ou utilizar álcool em gel frequentemente. As medidas de higiene são especialmente importantes após o contato com a pessoa infectada, suas roupas, lençóis, toalhas e outros itens ou superfícies que possam ter entrado em contato com as erupções e lesões da pele ou secreções respiratórias.</p>
<p>“Lave as roupas de cama, roupas, toalhas, lençóis, talheres e objetos pessoais da pessoa com água morna e detergente. Limpe e desinfete todas as superfícies contaminadas e descarte os resíduos contaminados (por exemplo, curativos) de forma adequada”, alerta o Ministério.</p>
<h2>Mpox pode matar?</h2>
<p>Na maioria dos casos, os sintomas da doença desaparecem sozinhos em poucas semanas. Mas, em algumas pessoas, o vírus pode provocar complicações médicas e mesmo a morte. Recém-nascidos, crianças e pessoas com imunodepressão pré-existente correm maior risco de sintomas mais graves e de morte pela infecção.</p>
<p>Quadros graves causados pela Mpox podem incluir lesões maiores e mais disseminadas (especialmente na boca, nos olhos e em órgãos genitais), infecções bacterianas secundárias de pele ou infecções sanguíneas e pulmonares. As complicações se manifestam ainda por meio de infecção bacteriana grave causada pelas lesões de pele, encefalite, miocardite ou pneumonia, além de problemas oculares.</p>
<p>Pacientes com Mpox grave podem precisar de internação, cuidados intensivos e medicamentos antivirais para reduzir a gravidade das lesões e encurtar o tempo de recuperação. Dados disponíveis mostram que entre 0,1% e 10% das pessoas infectadas pelo vírus morreram, sendo que as taxas de mortalidade podem divergir por conta de fatores como acesso a cuidados em saúde e imunossupressão subjacente.</p>
<h2>São Paulo</h2>
<p>Apesar dos números apresentados pelo governo federal, a Secretaria Estadual da Saúde de São Paulo (SES-SP) afirma que o número de casos no estado é de 50. A capital paulista é a cidade com maior número de casos: 31. Campinas, Paulínia, Sumaré, Hortolândia, Sorocaba, Várzea Paulista, Araquaquara, Osasco, Cotia, Jandira, Serrana, Arujá, Santos, Guarulhos e Pradópolis registram um caso. Em Ribeirão Preto e Mogi das Cruzes, são dois em cada. No ano passado, em janeiro foram registrados 79 casos e em fevereiro 47 casos, totalizando, 126 casos nos dois primeiros meses do ano.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-02/brasil-registra-88-casos-de-mpox-em-2026-saiba-como-evitar-doenca" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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