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	<title>Livre Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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		<title>Manaus sedia Conferência Livre dos ODS com chancela do INPA nesta quarta-feira</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/manaus-sedia-conferencia-livre-dos-ods-com-chancela-do-inpa-nesta-quarta-feira/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Apr 2026 17:55:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Manaus volta a se colocar no centro dos grandes debates nacionais sobre desenvolvimento sustentável com a realização, nesta quarta-feira (29), da Conferência Livre Grandes Obras de Infraestrutura na Amazônia e os ODS, uma das etapas preparatórias para a 1ª Conferência Nacional dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, iniciativa que mobiliza instituições, pesquisadores, movimentos sociais e gestores [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Manaus volta a se colocar no centro dos grandes debates nacionais sobre desenvolvimento sustentável com a realização, nesta quarta-feira (29), da Conferência Livre Grandes Obras de Infraestrutura na Amazônia e os ODS, uma das etapas preparatórias para a 1ª Conferência Nacional dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, iniciativa que mobiliza instituições, pesquisadores, movimentos sociais e gestores públicos em torno de propostas concretas para o futuro do país.</p>
<p>Com a chancela do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA), a conferência ocorrerá no Auditório do Bosque da Ciência, das 8h30 às 16h30, reunindo especialistas em duas mesas centrais de debates, uma dedicada às hidrelétricas na Amazônia e outra voltada às rodovias na região, temas estratégicos que dialogam diretamente com os desafios do desenvolvimento, da conservação e da justiça socioambiental.</p>
<p>Inserida na agenda nacional dos ODS, a conferência propõe um debate de alta relevância sobre os impactos, os dilemas e as oportunidades associados às grandes obras de infraestrutura em território amazônico, articulando temas como segurança hídrica, energia limpa, crescimento econômico, proteção da biodiversidade, justiça institucional e enfrentamento das mudanças climáticas.</p>
<p>Os debates dialogam diretamente com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável  em uma construção que busca integrar desenvolvimento regional, inclusão social e responsabilidade ambiental.</p>
<p>A realização do encontro no Bosque da Ciência, um dos espaços mais simbólicos da produção científica amazônica, destaca o papel do INPA como instituição estratégica na construção de agendas de futuro para a região.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Amazônia e a agenda global</h2>
<p>Mais do que uma conferência temática, o encontro se insere em um movimento mais amplo de formulação de propostas que deverão alimentar a Conferência Nacional dos ODS, consolidando contribuições da Amazônia para o debate brasileiro sobre sustentabilidade.</p>
<p>Entre os eixos centrais do encontro estão as reflexões sobre infraestrutura, integração regional, proteção socioambiental e modelos de desenvolvimento compatíveis com a complexidade da região.</p>
<p>A proposta é discutir grandes obras não apenas sob a ótica dos impactos, mas também a partir de perspectivas de planejamento, governança e construção de soluções.</p>
<p>Segundo organizadores, a conferência busca qualificar o debate e superar visões reducionistas, reconhecendo que a Amazônia exige respostas sofisticadas para desafios igualmente complexos.</p>
<h2 class="wp-block-heading">O seminário de 2019</h2>
<p>Foto professor Cristóvam Luiz</p>
<p>A conferência desta quarta-feira também recupera uma trajetória de debates que antecede a própria agenda dos ODS no Amazonas.</p>
<p>Nas palavras do professor e articulador Cristóvam Luiz, o encontro guarda conexão histórica com o I Seminário de Desenvolvimento do Setor Mineral no Amazonas, realizado em 2019 na Assembleia Legislativa do Amazonas, sob a chancela do Fórum de Estudos Econômicos e Sociais para o Desenvolvimento Sustentável (FOCOS), experiência que, segundo ele, antecipou discussões que hoje reaparecem em novas bases institucionais e ambientais.</p>
<p>Cristóvam relembra que aquele seminário, realizado nos dias 28 e 29 de março de 2019, reuniu especialistas, representantes institucionais, lideranças indígenas, geólogos, pesquisadores e atores do setor produtivo para discutir desenvolvimento, soberania, recursos naturais e sustentabilidade na Amazônia. O encontro resultou na Carta do Amazonas pela Mineração com Sustentabilidade e em um conjunto de propostas estruturantes que ainda ecoam no debate regional.</p>
<p>Segundo Cristóvam, aquele momento marcou uma inflexão importante. “Ali se plantou uma visão de desenvolvimento associada à sustentabilidade e à participação social. Muitos dos temas que hoje voltam ao centro da agenda, como infraestrutura, ordenamento territorial, segurança jurídica, valorização científica e protagonismo amazônico, já estavam colocados naquele seminário”, recorda.</p>
<p>Entre as propostas debatidas em 2019 estavam a mobilização institucional em torno do artigo 231 da Constituição, a criação de um fórum interinstitucional para o desenvolvimento do setor mineral, a adequação do plano estadual de mineração, a recriação de uma estrutura estadual voltada ao setor e estudos estratégicos para projetos logísticos estruturantes, como a chamada Ferrovia do Nióbio. </p>
<p>Cristóvam afirma que o espírito daquele seminário ressurge agora ampliado. “Naquele momento discutíamos mineração com sustentabilidade. Agora o debate se amplia para infraestrutura e Objetivos de Desenvolvimento Sustentável. O eixo é o mesmo. Como desenvolver respeitando a Amazônia e sua gente”.</p>
<p>Ele também recorda que, já em artigo publicado anos depois, defendia uma abordagem menos ideológica e mais pragmática sobre desenvolvimento amazônico. “Precisamos abandonar falsos antagonismos e construir uma agenda baseada em ciência, soberania e soluções”, sustenta.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Infraestrutura em debate</h2>
<p>A programação da Conferência Livre foi estruturada em duas mesas temáticas que abordam questões centrais para a região.</p>
<p>A primeira mesa tratará das hidrelétricas na Amazônia, tema que envolve segurança energética, impactos socioambientais, governança dos recursos hídricos e transição energética.</p>
<p>A segunda mesa discutirá as rodovias na Amazônia, com foco nos dilemas entre integração logística, proteção territorial, desenvolvimento regional e ordenamento sustentável.</p>
<p>A expectativa é que os debates resultem em contribuições qualificadas para a etapa nacional dos ODS, com propostas articuladas a partir da experiência amazônica.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Protagonismo científico</h2>
<p>A chancela do INPA confere densidade institucional e científica ao encontro desta quarta. Ao sediar a conferência em seu espaço simbólico, o instituto reafirma a importância da ciência como base para a formulação de políticas públicas e para a construção de estratégias de desenvolvimento para a Amazônia.</p>
<p>Pesquisadores destacam que a realização do evento em uma instituição científica reforça a necessidade de que grandes decisões sobre infraestrutura na região sejam ancoradas em evidências, pesquisa e diálogo social.</p>
<p>Essa dimensão é central para a própria lógica dos ODS, que pressupõe integração entre conhecimento científico, políticas públicas e participação social.</p>
<p><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" width="740" height="925" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/1777398950_12_Manaus-sedia-Conferencia-Livre-dos-ODS-com-chancela-do-INPA.jpeg?resize=740%2C925&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-462522"  /></p>
<h2 class="wp-block-heading">Chamado a consensos</h2>
<p>Para Cristóvam Luiz, a conferência representa também uma oportunidade de amadurecimento do debate público. Conforme ele, o grande desafio não está em escolher entre desenvolvimento ou conservação, mas em construir modelos capazes de combinar ambos.</p>
<p>“A Amazônia precisa ser pensada com inteligência estratégica. Não se trata de negar infraestrutura nem de ignorar proteção ambiental. Trata-se de construir caminhos sustentáveis e soberanos”, afirma.</p>
<p>Ele observa que essa visão dialoga com a própria memória dos debates iniciados no seminário de 2019 e ganha nova dimensão ao ser conectada à agenda dos ODS.</p>
<p>Além dos debates, a expectativa em torno da conferência envolve a sistematização de contribuições que poderão fortalecer agendas futuras sobre planejamento sustentável para grandes obras na Amazônia, governança territorial e participação social, segurança hídrica e energética, infraestrutura com baixa emissão de carbono, proteção socioambiental e direitos territoriais e  integração entre ciência, políticas públicas e desenvolvimento regional.</p>
<p>A conferência também é vista como espaço para reforçar a presença da Amazônia no debate nacional sobre sustentabilidade em um momento de crescente atenção global sobre a região.</p>
<p>A realização da Conferência Livre dos ODS em Manaus é mais do que uma etapa preparatória. Representa a afirmação de que a Amazônia não pode ser apenas objeto das grandes decisões nacionais, mas sujeito ativo de sua formulação.</p>
<p>Ao reunir memória, ciência, propostas e diálogo, o encontro reafirma que desenvolvimento sustentável não se constrói por abstrações, mas por processos coletivos, institucionais e concretos.</p>
<p>Se em 2019 um seminário na Assembleia Legislativa lançou bases para discussões sobre sustentabilidade e desenvolvimento regional, agora, sob a chancela do INPA e inserida na construção da 1ª Conferência Nacional dos ODS, a nova conferência projeta essas discussões em escala nacional.</p>
<p>Como resume Cristóvam Luiz, trata-se de uma continuidade histórica. “O que estamos vivendo agora não começa hoje. É parte de uma construção. A diferença é que agora a Amazônia entra nesse debate conectada a uma agenda global e com muito mais maturidade para propor caminhos”.</p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" width="303" height="331" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/1777398950_693_Manaus-sedia-Conferencia-Livre-dos-ODS-com-chancela-do-INPA.jpeg?resize=303%2C331&#038;ssl=1" alt="Juscelino Taketomi" class="wp-image-366291"  />Juscelino Taketomi é jornalista, colaborador do EM TEMPO e assessor especial na Assembleia Legislativa do Amazonas</p>
<p>Leia mais: </p>
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		<title>Espetáculo inspirado na Amazônia estreia ao ar livre no INPA</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/cotidiano/espetaculo-inspirado-na-amazonia-estreia-ao-ar-livre-no-inpa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Apr 2026 18:38:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O espetáculo “Borboletas bebem lágrimas de tartarugas”, dirigido e interpretado por Ítalo Rui, chega a um novo cenário e, desta vez, será apresentado ao ar livre. Após estreia no Teatro da Instalação, a montagem será exibida nesta quarta-feira (22), às 9h, no Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia, em Manaus, com entrada gratuita. Além disso, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O espetáculo <em>“Borboletas bebem lágrimas de tartarugas”</em>, dirigido e interpretado por Ítalo Rui, chega a um novo cenário e, desta vez, será apresentado ao ar livre. Após estreia no Teatro da Instalação, a montagem será exibida nesta quarta-feira (22), às 9h, no Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia, em Manaus, com entrada gratuita.</p>
<p>Além disso, a obra nasce de uma pesquisa inspirada em comportamentos de espécies amazônicas e foi desenvolvida em parceria com pesquisadores locais.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Espetáculo transforma ciência em arte</h2>
<p>A montagem transforma em linguagem cênica o fenômeno conhecido como lacrofagia. Nesse processo, as tartarugas eliminam o excesso de sódio por meio das lágrimas, enquanto borboletas se alimentam desse líquido rico em nutrientes.</p>
<p>Na dramaturgia de Pricila Conserva, o fenômeno ganha dimensão simbólica e, assim, conduz reflexões sobre território, memória, ancestralidade, luto e autoconhecimento.</p>
<p>Para construir o espetáculo, a equipe artística realizou um mês de imersão no Centro de Estudos dos Quelônios da Amazônia, do INPA, e também no borboletário do Museu da Amazônia, acompanhando de perto o trabalho científico.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Um ator, múltiplas histórias em cena</h2>
<p>O monólogo apresenta a trajetória de Tapy, uma tartaruga que aprende, desde cedo, sobre o tempo do rio, das coisas e de si. Em cena, Ítalo Rui interpreta seis personagens e utiliza o teatro de formas animadas, combinando corpo, texto e manipulação de bonecos.</p>
<p>“Vi um vídeo em que apareciam borboletas sobrevoando as tartarugas, uma imagem linda e comecei a pesquisar mais sobre tartarugas. Foi quando descobri que elas depositam seus ovos nos mesmos bancos de areia em que nasceram. Percebi que há uma relação muito forte com o território, com o lugar de onde elas vieram e que as borboletas se nutrem das lágrimas delas”, conta o ator Ítalo Rui.</p>
<p>Além de atuar, o artista assina a direção e o argumento. A equipe reúne profissionais em diversas áreas, como dramaturgia, trilha sonora, iluminação e acessibilidade em Libras.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Parceria entre arte e ciência</h2>
<p>Durante o processo criativo, os artistas acompanharam a rotina de pesquisadores no INPA. Assim, participaram de atividades práticas, como manejo e cuidado com os animais.</p>
<p>“Apesar de que as perspectivas são muito diferentes, Ítalo e sua equipe são muito simpáticos e a interação foi muito positiva. Foi fácil encontrar pontos de convergência”, conta Gabriel Jorgewich Cohen, biólogo, pesquisador adjunto do Inpa.</p>
<p>No MUSA, o grupo também acompanhou o ciclo completo das borboletas, desde a coleta das plantas hospedeiras até a metamorfose.</p>
<p>“Trazer eles pra essa convivência com a gente foi, foi acho que animado, empolgante, porque algo que é muito comum pra gente, mas para eles era novidade, eles ficavam maravilhados com cada processo”, conta Raymê Carvalho, bióloga responsável pelo Laboratório de Borboletas e o Borboletário do MUSA.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Temporada gratuita em Manaus</h2>
<p>Foto: Divulgação</p>
<p>Além da apresentação no INPA, o espetáculo terá duas sessões no MUSA, no dia 25 de abril, às 9h e às 15h.</p>
<p>O projeto foi contemplado pelo edital nº 07/2024 de fomento às ações culturais de teatro da Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Amazonas.</p>
<p>Anteriormente, a montagem já passou pelo Teatro da Instalação e pela Escola de Artes e Turismo da Universidade do Estado do Amazonas (UEA).</p>
<h2 class="wp-block-heading">Serviço</h2>
<p>Espetáculo: “Borboletas bebem lágrimas de tartarugas”<br />Data: 22/04/2026<br />Horário: 9h<br />Local: Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia</p>
<p>Data: 25/04/2026<br />Horários: 9h e 15h<br />Local: Museu da Amazônia – Av. Margarita, 6305, Cidade de Deus</p>
<p>Leia mais: </p>
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		<title>Acampamento Terra Livre termina com pedido para acelerar demarcações  </title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/acampamento-terra-livre-termina-com-pedido-para-acelerar-demarcacoes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 11 Apr 2026 16:36:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O coordenador executivo da Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib), Dinamam Tuxá, avalia que o Acampamento Terra Livre, que se encerra neste sábado (11), em Brasília, cumpriu o dever de cobrar os Três Poderes (Executivo, Legislativo e Judiciário) pela garantia dos direitos aos povos originários no país. “O acampamento é um momento de cobrança [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O coordenador executivo da Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib), Dinamam Tuxá, avalia que o Acampamento Terra Livre, que se encerra neste sábado (11), em Brasília, cumpriu o dever de cobrar os Três Poderes (Executivo, Legislativo e Judiciário) pela garantia dos direitos aos povos originários no país.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Acampamento-Terra-Livre-termina-com-pedido-para-acelerar-demarcacoes.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>“O acampamento é um momento de cobrança para as instituições do Estado brasileiro”, afirmou.</p>
<p>O evento teve a participação de mais de sete mil indígenas de todas as regiões. Em entrevista à Agência Brasil, ele avalia que o eixo principal de cobranças é a necessidade de acelerar as demarcações de territórios.</p>
<h2>Ameaças</h2>
<p>“Durante toda a semana, inclusive nas marchas, a mensagem direcionada para o Congresso Nacional é de alerta para as principais ameaças que estão tramitando na Câmara e no Senado”, disse. </p>
<p>Ele voltou a manifestar repúdio à implementação do marco temporal (PEC 48) e que foi considerado inconstitucional pelo Supremo Tribunal Federal (STF). </p>
<p>A proposta  já foi aprovada no Senado para ser incluída na Constituição. O tema aguarda análise da Câmara. Outra ameaça é o projeto de lei 6050, que tramita no Senado. “Tem o objetivo único e exclusivo de abrir as terras indígenas para grandes empreendimentos”, afirmou Tuxá.</p>
<h2>Frustração</h2>
<p>A liderança indígena disse que, ao Poder Executivo, foi reconhecido que nos últimos três anos, foram demarcados 20 territórios, mas que deve haver mais rapidez.</p>
<p>”Esperávamos que o governo atuasse de uma forma mais ambiciosa em termos de números de terras demarcadas, de terras protegidas, e de números de desintrusão das terras indígenas”, afirmou. </p>
<p>Os indígenas também manifestaram, nesta semana, ao Supremo Tribunal Federal (STF) contrariedade ao projeto de construção da Ferrovia Ferrogrão. A votação foi adiada na Corte. Para viabilizar a ferrovia, seria necessário alterar os limites do Parque Nacional do Jamanxim (PA).</p>
<p>Para Tuxá, os indígenas voltam aos seus territórios com uma mistura de sentimentos.</p>
<p>“Houve algumas entregas simplórias, como é o caso de grupos de trabalho constituídos. Esperávamos mais e que houvesse demarcações de terra, homologações e portarias declaratórias”, lamentou.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-04/acampamento-terra-livre-termina-com-pedido-para-acelerar-demarcacao" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Indígenas em Brasília pedem zona livre de exploração de petróleo </title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/indigenas-em-brasilia-pedem-zona-livre-de-exploracao-de-petroleo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Apr 2026 11:11:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os mais de 7 mil Indígenas que participam, nesta semana, do Acampamento Terra Livre, em Brasília, têm uma marcha agendada para a tarde desta quinta-feira (9), a partir das 14h. O grupo vai andar do Eixo Monumental até a Esplanada dos Ministérios para entregar reivindicações. As lideranças vão apresentar proposta sobre a exclusão de exploração de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Os mais de 7 mil Indígenas que participam, nesta semana, do Acampamento Terra Livre, em Brasília, têm uma marcha agendada para a tarde desta quinta-feira (9), a partir das 14h.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Indigenas-em-Brasilia-pedem-zona-livre-de-exploracao-de-petroleo.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>O grupo vai andar do Eixo Monumental até a Esplanada dos Ministérios para entregar reivindicações. As lideranças vão apresentar proposta sobre a exclusão de exploração de petróleo e gás em territórios indígenas.</p>
<p>Na Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas (COP30), realizada em 2025 em Belém (PA), o Mapa do Caminho para afastamento da economia dependente de combustíveis fósseis, uma das prioridades do governo brasileiro, não entrou na lista de consensos. No evento, porém, representantes ministeriais de mais de 80 países declararam apoio oficial à proposta, segundo o governo.</p>
<p>“Como foi uma proposta do governo brasileiro para a construção do mapa do caminho e o desmatamento zero e também para a não exploração de petróleo e gás, nós estamos apresentando algumas propostas ao governo para ser incluída no texto”, disse  o coordenador executivo da Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib), Dinaman Tuxá. </p>
<p>O documento deve ser recebido pelo ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira.  As reivindicações direcionadas ao Poder Executivo incluem também o pedido de mais demarcações e outras políticas públicas. “Nós vamos entregar documentações nos ministérios dos Povos Indígenas, do Meio Ambiente, da Agricultura e Pecuária, e no Itamaraty”, afirmou o coordenador da Apib.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2026-04/indigenas-em-brasilia-pedem-zona-livre-de-exploracao-de-petroleo" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/indigenas-em-brasilia-pedem-zona-livre-de-exploracao-de-petroleo/">Indígenas em Brasília pedem zona livre de exploração de petróleo </a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
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		<title>Acampamento Terra Livre 2026 deve reunir mais de 7 mil participantes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Apr 2026 09:17:59 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Indígenas de todo o país começaram a chegar a Brasília nesse domingo (5) para participar da 22ª edição do Acampamento Terra Livre (ATL 2026), no Eixo Cultural Ibero-Americano (antiga Funarte), no centro da capital federal. Organizado pela Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib), o evento vai até sábado (11) e é considerado a maior e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Indígenas de todo o país começaram a chegar a Brasília nesse domingo (5) para participar da 22ª edição do Acampamento Terra Livre (ATL 2026), no Eixo Cultural Ibero-Americano (antiga Funarte), no centro da capital federal.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Acampamento-Terra-Livre-2026-deve-reunir-mais-de-7-mil.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Organizado pela Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib), o evento vai até sábado (11) e é considerado a maior e mais importante mobilização do movimento no país. Segundo os organizadores, entre 7 mil e 8 mil pessoas, entre indígenas e não indígenas, devem participar este ano.</p>
<p>O ATL costuma reunir representantes de grande parte dos 391 povos originários existentes no Brasil, bem como de outras nações, para debater a defesa dos territórios e denunciar as violações aos direitos indígenas. Nos últimos anos, a pauta se ampliou e o evento passou a acolher também a discussões sobre a participação político-eleitoral indígena, a crise climática e a defesa da democracia. Contudo, o eixo central das discussões segue sendo a necessidade de o Estado brasileiro reconhecer o direito dos povos originários à terra.</p>
<p>“Como todos os anos, estamos aguardando o governo federal anunciar a criação de novas terras indígenas”, disse à Agência Brasil o coordenador executivo da Apib, Dinamam Tuxá.</p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Acampamento-Terra-Livre-2026-deve-reunir-mais-de-7-mil.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Brasília, DF 05/04/2026 - A 22ª edição do Acampamento Terra Livre (ATL) começa neste fim de semana, em Brasília. O evento é considerado a maior mobilização indígena do país. O coordenador executivo da Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (APIB), Dinamam Tuxá, fala com Agência Brasil. Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil" title="Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil"/></p>
<p>Coordenador executivo da Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib), Dinamam Tuxá fala à Agência Brasil &#8211; Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil</p>
<p>Segundo ele, após um período de quatro anos (2019-2022) no qual nenhuma nova terra indígena foi criada, o governo federal homologou, entre janeiro de 2023 e novembro de 2025, 20 novos territórios. Segundo a Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai), isso equivale a cerca de 2,5 milhões de hectares de terras protegidas em 11 unidades federativas.</p>
<p>“Mas seguimos nesta luta, nesse pleito pela garantia territorial”, acrescentou Dinamam, informando haver cerca de 110 áreas reivindicadas como terras da União de usufruto indígena em análise.</p>
<p>“Temos um passivo de demarcação muito alto e um cenário de muita violência e vulnerabilidade nas terras indígenas que governo algum conseguiu superar. Isso tem sido um fator motivador para os povos indígenas virem a Brasília apresentar nossas pautas”, destacou o coordenador da Apib.</p>
<h2>Mobilização</h2>
<p>O ATL também marca o início do chamado Abril Indígena, mês de mobilização nacional em que o movimento busca chamar a atenção para outras pautas, como a necessidade de mais investimentos em saúde e educação indígena. O tema da atual edição é “Nosso futuro não está à venda: a resposta somos nós”.</p>
<p>“Estamos promovendo um amplo debate sobre diversos temas, como educação, saúde, relações internacionais com os povos indígenas de outros países, enfim, várias políticas públicas”, destacou Dinamam, confirmando a realização das tradicionais caminhadas pela Esplanada dos Ministérios.</p>
<p> </p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/1775467078_925_Acampamento-Terra-Livre-2026-deve-reunir-mais-de-7-mil.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Brasília, DF 05/04/2026 - A 22ª edição do Acampamento Terra Livre (ATL) começa neste fim de semana, em Brasília. O evento é considerado a maior mobilização indígena do país. Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil" title="Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil"/></p>
<p>Acampamento Terra Livre (ATL) chega à 22ª edição &#8211; Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil</p>
<p>A primeira marcha está agendada para a próxima terça-feira (7), contra propostas de lei que, segundo a Apib, contrariam os interesses dos povos originários, como a liberação da mineração em terras indígenas ou o estabelecimento do chamado marco temporal – tese jurídica segundo a qual os indígenas só têm direito aos territórios que ocupavam em outubro de 1988, quando a Constituição Federal foi promulgada.</p>
<p>As eleições de 2026 também vão pautar alguns dos principais debates do Acampamento Terra Livre, como o que ocorrerá na quinta-feira (9), na mesa “Campanha Indígena: a resposta para transformar a política somos nós” – título do manifesto que a Apib publicou no ano passado, reafirmando o compromisso de seguir com o projeto de aldeamento da política, lançado há alguns anos.</p>
<p>“Vamos lançar o Campanha Indígena, uma iniciativa para dar um direcionamento às candidaturas lançadas por uma frente de partidos aliados ao movimento indígena. Vamos orientar os indígenas interessados para que se somem a esses partidos que têm defendido nossos direitos. E, durante todo o ano, vamos promover ações para alavancar estas candidaturas indígenas a fim de garantir a maior representação [indígena] no Congresso Nacional”, antecipou Dinamam.</p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/1775467079_543_Acampamento-Terra-Livre-2026-deve-reunir-mais-de-7-mil.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Brasília, DF 05/04/2026 - A 22ª edição do Acampamento Terra Livre (ATL) começa neste fim de semana, em Brasília. O evento é considerado a maior mobilização indígena do país. Cotinha Guajajara fala com Agência Brasil. Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil" title="Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil"/></p>
<p>Cotinha Guajajara está em Brasília para participar da da 22ª edição do Acampamento Terra Livre &#8211; Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil</p>
<h2>Participação</h2>
<p>Cotinha de Sousa Guajajara deixou a Terra Indígena Morro Branco, em Grajaú (MA), junto com outros 67 indígenas da etnia Guajajara. O grupo percorreu cerca de 1,4 mil quilômetros a bordo de dois ônibus para chegar a Brasília ainda no sábado (4). Hoje, Cotinha já estava instalada dentro da área cercada destinada ao evento, ajudando as companheiras de viagem a expor o artesanato que muitos indígenas trazem para vender durante o ATL.</p>
<p>“Viemos mais cedo. Teve boatos de que não ia ter [acampamento], mas, assim que as lideranças resolveram que ia acontecer, nós decidimos vir”, explicou Cotinha.</p>
<p>“Nossa expectativa é que áreas sejam demarcadas, homologadas ou ampliadas, principalmente no Maranhão. Isso é muito necessário. Nossa comunidade mesmo vive em área já homologada, mas a população aumentou e a área já não é suficiente”, comentou a maranhense.</p>
<p>Morando na capital federal desde janeiro, onde faz mestrado em educação na Universidade de Brasília (UnB), Oziel Ticuna compareceu ao acampamento neste domingo para rever amigos e aguardar a chegada dos representantes de sua comunidade, no Rio Alto Solimões, no Amazonas.</p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/1775467079_599_Acampamento-Terra-Livre-2026-deve-reunir-mais-de-7-mil.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Brasília, DF 05/04/2026 - A 22ª edição do Acampamento Terra Livre (ATL) começa neste fim de semana, em Brasília. O evento é considerado a maior mobilização indígena do país. Oziel Ticuna fala com Agência Brasil.  Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil" title="Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil"/></p>
<p>Oziel Ticuna é um dos participantes do Acampamento Terra Livre 2026 &#8211; Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil</p>
<p>“Como ela fica muito distante de Brasília, nós geralmente enviamos entre três e cinco representantes escolhidos entre nossas lideranças”, contou Oziel, que já participou de várias outras edições do evento, na condição de comunicador indígena. Oziel resumiu para a reportagem a importância do ATL.</p>
<p>“O acampamento trouxe uma nova forma de nos organizarmos, de trabalharmos coletivamente, com os povos ouvindo uns aos outros e tentando construir soluções para nossos problemas e proteger nossas culturas”, acrescentou. “Estaremos aqui para lutar pelo nosso povo.”</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-04/acampamento-terra-livre-2026-deve-reunir-mais-de-7-mil-participantes" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Moraes nega livre acesso de filhos de Bolsonaro à prisão domiciliar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 29 Mar 2026 15:34:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, negou neste sábado (28) um pedido da defesa de Jair Bolsonaro de revisão dos horários restritos de visitação e de concessão de &#8220;livre acesso&#8221; aos filhos do ex-presidente que não moram na residência onde o ex-presidente cumpre pena, no Lago Sul, bairro de Brasília. Desde [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, negou neste sábado (28) um pedido da defesa de Jair Bolsonaro de revisão dos horários restritos de visitação e de concessão de &#8220;livre acesso&#8221; aos filhos do ex-presidente que não moram na residência onde o ex-presidente cumpre pena, no Lago Sul, bairro de Brasília. Desde sexta-feira (27), Bolsonaro está em prisão domiciliar temporária. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Moraes-nega-livre-acesso-de-filhos-de-Bolsonaro-a-prisao.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Na última terça-feira (24), o ministro Moares concedeu prisão domiciliar humanitária temporária ao ex-presidente, atendendo a um pedido da defesa que alegava que ele não teria condições de voltar a cumprir pena na penitenciária Papudinha, devido ao agravamento de seus problemas de saúde.</p>
<p>Na decisão de ontem, no âmbito da Execução Penal (EP) nº 169/DF, o ministro Alexandre de Moraes esclarece que a prisão domiciliar concedida representa “uma medida excepcionalíssima fundamentada exclusivamente em razões de saúde, para substituir o recolhimento em estabelecimento prisional.”</p>
<p>O ministro da Corte acrescenta que o custodiado continua sujeito às regras e restrições inerentes ao regime fechado, ainda que esteja em seu domicílio.</p>
<p>“Importante destacar que tal concessão não implicou alteração do regime de cumprimento de pena, que permanece sendo o fechado, conforme fixado no título executivo judicial transitado em julgado.”</p>
<p>O despacho mantém a autorização de visitas permanentes de seus filhos Flávio Nantes Bolsonaro, Carlos Nantes Bolsonaro e Jair Renan Bolsonaro às quartas-feiras e sábados, em um dos seguintes horários: de 8h às 10h, 11h às 13h e 14h às 16h.</p>
<p>Para a esposa de Jair Bolsonaro, Michelle Bolsonaro, a filha do casal e a enteada, que residem na mesma casa, o acesso é livre.</p>
<h2>Prisão domiciliar</h2>
<p>Inicialmente, a prisão domiciliar do ex-presidente Jair Bolsonaro tem duração de 90 dias. A manutenção do benefício deverá ser reanalisada pelo ministro, que poderá solicitar nova perícia médica.</p>
<p>Alexandre de Moraes também determinou que Bolsonaro volte a ser monitorado por tornozeleira eletrônica.</p>
<p>Em novembro do ano passado, antes de ser condenado pela trama golpista, o ex-presidente foi preso após tentar violar o equipamento que usava. </p>
<p>Em outra decisão proferida neste sábado, o ministro também proibiu o sobrevoo de drones em um raio de 100 metros da casa de Jair Bolsonaro.</p>
<h2>Condenação</h2>
<p>O ex-presidente da República foi condenado pelo STF a 27 anos e 3 meses de prisão em regime fechado, na ação penal da trama golpista, pelos crimes de organização criminosa armada, tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado pela violência e grave ameaça e deterioração de patrimônio tombado.</p>
<p>Ele cumpria pena no 19° Batalhão da Polícia Militar, no Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília, conhecido como Papudinha.</p>
<p>Em 13 de março, no entanto, Bolsonaro foi encaminhado ao Hospital DF Star, na Asa Sul, em Brasília, socorrido por uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu-192), após apresentar quadro de febre alta, queda da saturação de oxigênio, sudorese e calafrios.</p>
<p>O ex-presidente foi diagnosticado com um quadro de pneumonia bacteriana e permaneceu internado na unidade hospitalar privada até a última sexta-feira, quando recebeu alta médica e passou a cumprir a domiciliar.</p>
<p> </p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2026-03/moraes-nega-livre-acesso-de-filhos-de-bolsonaro-prisao-domiciliar" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/moraes-nega-livre-acesso-de-filhos-de-bolsonaro-a-prisao-domiciliar/">Moraes nega livre acesso de filhos de Bolsonaro à prisão domiciliar</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
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